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Rinotraqueíte felina: conheça causas, sinais clínicos e tratamentos

Rinotraqueíte felina: conheça causas, sinais clínicos e tratamentos
Atualizado em 14 de maio de 2026
Tempo de leitura: 16min
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A rinotraqueíte felina é uma enfermidade de alta complexidade, que pode trazer diversas complicações para a vida do gato. Entenda todos os detalhes e saiba como abordar o paciente acometido!

A rinotraqueíte felina é uma infecção respiratória causada pelo vírus FHV-1. Também conhecida como “gripe felina”, é uma doença de distribuição mundial. Ela pode afetar os olhos e o complexo respiratório dos gatos durante todo o ano, especialmente no inverno.

Felinos de todas as raças e idades estão suscetíveis a contaminação do FHV-1, principalmente filhotes e animais imunossuprimidos, que podem acabar desenvolvendo a forma mais grave da doença, devido à fragilidade do sistema imunológico.

O diagnóstico da rinotraqueíte é um desafio ao médico-veterinário, mas, como veremos ao longo deste conteúdo, existem formas eficazes de prevenção, além de manejo e tratamento adequados, que podem prevenir a reativação viral no paciente acometido.

O que é a rinotraqueíte felina?

A rinotraqueíte felina é uma enfermidade viral que provoca uma infecção aguda e severa no trato respiratório superior e no sistema ocular dos gatos.

É uma enfermidade comum na rotina da clínica veterinária, de relevância mundial, capaz de acometer tanto os gatos domésticos quanto outras espécies de felinos.

A rinotraqueíte pode ser conhecida popularmente como “Gripe Felina”

A rinotraqueíte felina também chamada de “gripe felina” por ser uma afecção viral que causa manifestações clínicas iniciais semelhantes às da gripe, como apatia, espirros, secreções nasais, febre e inapetência.

Conhecendo o agente causador da rinotraqueíte felina: FHV-1

A rinotraqueíte em gatos é causada pelo agente etiológico FHV-1, um vírus envelopado de dupla fita de DNA, pertencente à família Herpesviridae, subfamília Alphaherpesvirinae e gênero Varicellovirus (ORZIA, 2021).

Estudos mostram que a prevalência de FHV-1 pode chegar a 63% dos casos de infecções respiratórias nos gatos (ROCHA, 2021). Em adição, Tramontim e pesquisadores, em um estudo sobre doenças oculares em gatos na Grande Florianópolis (2023), constataram que o FHV-1 era, possivelmente, o principal responsável pelas afecções oculares dos felinos domésticos daquela região.

Mecanismo de ação do FHV-1 nos gatos

Na rinotraqueíte felina, o FHV-1entra no organismo do hospedeiro pelas vias respiratórias superiores ou conjuntiva ocular, onde se adere às células epiteliais por meio de proteínas de envelope, que interagem com receptores específicos da membrana celular. A penetração ocorre via fusão do envelope viral com a membrana plasmática, liberando o genoma do vírus no citoplasma e, subsequentemente, no núcleo celular, onde a replicação viral se processa.

Com maior incidência no inverno, a rinotraqueíte felina pode se manifestar de forma sintomática ou assintomática. Além disso, o animal acometido torna-se portador do FHV-1 por toda a sua vida.

Dessa forma, o gato infectado elimina os agentes patogênicos de maneira contínua ou descontínua no ambiente, sendo capaz de disseminar o vírus até mesmo nos períodos latentes da doença, quando o vírus fica inativo no organismo.

Predisposição e consequências da rinotraqueíte

Gatos de todas as idades e raças podem ser acometidos pela rinotraqueíte felina, porém a enfermidade é mais comum em (CAMARGO, 2021):

  • gatos que não são esterilizados;
  • gatas prenhes;
  • animais que estão debilitados ou imunossuprimidos;
  • filhotes, por possuírem um sistema imunológico frágil.

Pacientes com FeLV podem apresentar maior predisposição a desenvolver rinotraqueíte felina, devido aos diversos fatores fisiopatológicos relacionados à imunossupressão induzida pelo vírus da leucemia felina.

A infecção por FHV-1 pode gerar consequências além das manifestações clínicas da fase aguda da doença. Complicações frequentes incluem lesões oculares recorrentes, sinusites crônicas, estenoses nasais e broncopneumonias secundárias. Nos casos de infecção neonatal, a doença pode comprometer o crescimento, causar alterações permanentes no epitélio respiratório e resultar em sequelas irreversíveis no trato respiratório superior.

Formas de transmissão da rinotraqueíte entre os felinos

A transmissão da Rinotraqueíte felina ocorre a partir do contato direto de secreções nasais, orais e oculares de animais acometidos pela afecção com outros gatos. A transmissão também pode ocorrer de forma indireta, por meio de fômites ou em locais como gatis, onde há superpopulação de animais (CAMARGO, 2021).

O vírus FHV-1 pode ficar alojado em objetos no ambiente e infectar outros animais, mas a sua vida fora do hospedeiro é muito curta, podendo durar apenas poucas horas.

Conhecendo as 4 fases da rinotraqueíte felina

A rinotraqueíte felina se manifesta de formas distintas, de acordo com as fases descritas abaixo:

  • fase de incubação: ocorre entre 2 e 5 dias após a infecção pelo vírus.
  • fase aguda: o vírus se multiplica, principalmente nas células mucoepiteliais de tonsilas, tecido conjuntivo, linfonodos mandibulares, mucosa nasal do septo e conchas, nasofaringe, traqueia superior e, também, nas células epiteliais da córnea ocular e conjuntiva (ROCHA, 2021). Essa fase dura entre 2 e 3 semanas aproximadamente.
  • fase de latência: o indivíduo pode passar meses ou anos da sua vida na fase latente. Mas, o período varia de acordo com diversos fatores, como a idade do animal, a exposição a doenças secundárias e a utilização de imunossupressores. Nesta fase, o indivíduo pode não apresentar sinais clínicos.
  • fase de reativação viral: o ressurgimento da afecção ocorre com a reativação viral, podendo suceder de forma espontânea ou estar associado a situações de estresse (ROCHA, 2021), como alterações alimentares bruscas ou ambientais, presença de dores ou desconfortos, introdução e adaptação de um novo animal no mesmo ambiente, entre outros.

Principais sinais clínicos da doença

Os sinais clínicos da rinotraqueíte felina podem ter variações de acordo com a exposição viral, susceptibilidade de cada animal e fases da doença (ROCHA, 2021).

Além disso, outras infecções oportunistas secundárias recorrentes ou crônicas podem surgir devido a imunossupressão, podendo tornar o animal mais suscetível ao adoecimento e com maior dificuldade de recuperação.

Diante desse cenário, podemos listar como as manifestações clínicas mais frequentemente observadas em casos de “gripe felina” (ROCHA, 2021):

  • espirros;
  • secreções oculares e nasais, podendo variar de transparentes à mucopurulentas;
  • dispneia;
  • febre;
  • letargia;
  • inapetência;
  • rinotraqueíte aguda;
  • necrose focal;
  • acometimentos oculares, como ceratite epitelial, conjuntivite aguda e ulcerações na córnea;
  • lesões macroscópicas, como necrose dos epitélios da cavidade nasal, epiglote, faringe, laringe, traqueia e tonsilas;
  • broncopneumonia e pneumonia intersticial;
  • acúmulo de células inflamatórias e exsudato fibrinoso nos alvéolos;
  • inclusões intranucleares nas células epiteliais, podendo ser visualizadas microscopicamente.

A importância do diagnóstico precoce e assertivo da doença

Diante da alta transmissibilidade e do potencial de reativação do FHV-1, o diagnóstico precoce e assertivo da rinotraqueíte felina é fundamental para que o médico-veterinário possa definir a conduta terapêutica e o prognóstico do paciente, assim como traçar estratégias para a contenção da disseminação viral.

Além disso, o acompanhamento clínico especializado se faz necessário em todas as fases da doença para evitar que ocorra o agravamento do quadro e, até mesmo, o óbito do paciente.

Veja abaixo o que é essencial para o diagnóstico dessa infecção viral.

1. Principais exames para diagnóstico da rinotraqueíte felina

Ao suspeitar de rinotraqueíte felina, após anamnese e exame clínico minuciosos, o médico-veterinário deve solicitar exames laboratoriais específicos para a confirmação do diagnóstico.

O PCR é uma técnica molecular de alta sensibilidade e especificidade, capaz de detectar material genético do FHV-1 em secreções oculares ou nasais, sendo eficaz mesmo em estágios precoces da infecção ou em portadores assintomáticos.

Já a sorologia detecta a presença de anticorpos específicos para o FHV-1 em amostra sanguínea, porém não diferencia entre infecção ativa, latente ou resposta vacinal. Portanto, possui valor limitado para o diagnóstico da rinotraqueíte felina em fase aguda.

2. Diagnóstico diferencial: quais outras afecções devem ser investigadas?

A ausência de sinais patognomônicos para a rinotraqueíte felina faz com que seja necessário investigar outras suspeitas diagnósticas, já que a diferenciação é fundamental para oferecer ao paciente as melhores opções de tratamento e, consequentemente, tornar o prognóstico mais favorável.

Sendo assim, o médico-veterinário deve considerar no diagnóstico diferencial:

Tratamento da rinotraqueíte felina

Embora não haja tratamento 100% específico para o combate da rinotraqueíte felina, geralmente é realizado tratamento de suporte e sintomático adequado para cada paciente.

No caso da presença de sinais clínicos, podem ser associados os tratamentos sintomáticos, como inclusão de analgésicos sistêmicos para tratar a dor, além de anti-inflamatórios não esteroidais (AINES) e antibióticos, caso seja identificada alguma infecção bacteriana secundária.

Um estudo recente (WAN et al., 2025) sugere que o óleo essencial de Artemisia argyi melhora as defesas imunológicas e reduz os danos induzidos pelo FHV-1 por meio da modulação imunológica e da proteção tecidual.

A terapia de suporte, como a fluidoterapia, pode ser indicada para melhorar a volemia através da reposição de fluídos, além de corrigir os desequilíbrios hidroeletrolíticos e repor vitaminas e minerais.

Por ser uma enfermidade crônica, com potencial de latência e possibilidade de reativação, a recuperação em casos de fases aguda e de reativação viral podem durar entre 2 e 3 semanas até entrar em período latente novamente.

O uso de feromônios sintéticos, inclusive, pode ser uma boa alternativa para casos em que a reativação viral possa estar associada a situações de ansiedade ou estresse.

Em suma, o prognóstico para a rinotraqueíte depende do estado geral do felino, mas geralmente é favorável, principalmente quando a replicação viral é tratada antes mesmo do período de latência do vírus nos gânglios sensoriais, evitando possíveis novas manifestações da viremia (ORZIA, 2021).

A prevenção é a peça-chave para o controle do FHV-1

Pontos que já mencionamos, como a ausência de tratamento 100% eficaz, o comportamento latente e a capacidade de reativação intermitente do FHV-1, fazem com que a rinotraqueíte felina seja um desafio constante na clínica veterinária, exigindo protocolos contínuos de prevenção para controle efetivo da disseminação viral.

Abaixo, compreenda pontos importantes para a prevenção da doença e bem-estar dos felinos.

Protocolo de vacinação

A principal estratégia para prevenir a rinotraqueíte felina é a vacinação, daí a necessidade de orientar os tutores para garantir que filhotes e gatos adultos sejam devidamente imunizados, seguindo o protocolo vacinal ideal para cada paciente, estabelecido pelo médico-veterinário.

As vacinas polivalentes para felinos, tríplice (V3), quádrupla (V4) e quíntupla (V5) oferecem proteção para a rinotraqueíte felina e outras afecções (panleucopenia, calicivirose, clamidiose, FeLV), sendo fontes eficazes de prevenção e desempenhando papel importante no fortalecimento do sistema imunológico do pet contra a afecção.

Todas as vacinas devem ter boa procedência, ser armazenadas e manipuladas corretamente para não ocorrer interferências em sua capacidade de soroconversão.

Além disso, somente o profissional em Medicina Veterinária é capaz de avaliar individualmente o paciente para recomendar ou não determinada vacina, sendo também o único tecnicamente capacitado para administração do imunizante.

Essa ressalva é fundamental, pois em alguns casos a vacinação não é indicada, como em animais com histórico de reações, como choque anafilático, ou em paciente nos quais a vacina pode causar um agravamento no quadro clínico.

Confira abaixo o protocolo de vacinação em filhotes de gatos, para que você possa estabelecer o esquema de imunização mais adequado para cada paciente.

Infográfico mostra calendário de vacinação do gato filhote

Manejo ambiental

O manejo ambiental adequado também é uma estratégia importante no controle e prevenção da rinotraqueíte felina.

O controle populacional é essencial, uma vez que aglomerações favorecem a transmissão do FHV-1, bem como de outros agentes patológicos. Ambientes com grande número de gatos, seja em residências ou em gatis, contribuem para surtos e manutenção de portadores assintomáticos.

Vale também lembrar que não é recomendado que o gato tenha livre acesso à rua ou contato com outros animais não testados para a rinotraqueíte.

Para completar, a esterilização dos felinos também pode auxiliar no controle da doença, já que reduz a ocorrência de fugas.

Manejo nutricional

Uma alimentação balanceada desempenha um papel primordial para a manutenção das funções vitais do organismo, tanto em pets saudáveis quanto em animais doentes, auxiliando, inclusive, na manutenção de um sistema imunológico forte, capaz de proteger ou combater agentes patogênicos, como o microrganismo causador da rinotraqueíte felina.

Por isso, é muito importante oferecer alimentos com formulações de acordo com as particularidades nutricionais dos felinos para fornecer nutrição sob medida, conforme as necessidades específicas de cada animal.

Para os filhotes, que podem ter complicações ainda mais graves, a preocupação com o manejo nutricional deve ser ainda maior, com o intuito de promover o suporte ao crescimento saudável e contribuir para a manutenção geral da saúde.

A Royal Canin® dispõe de uma linha completa de alimentos especialmente desenvolvidos para filhotes (imagem abaixo) e para gatos de diferentes idades e necessidades.

Linha de alimentos Royal Canin para felinos filhotes

O animal com rinotraqueíte também pode apresentar inapetência e emagrecimento como sinais clínicos, portanto, é imprescindível oferecer ao felino alimentos nutritivos, visando prevenir o surgimento de doenças secundárias, além da manutenção e da melhora do estado de saúde do paciente.

Os alimentos úmidos podem ser uma excelente opção, principalmente nos momentos em que os gatos estiverem debilitados ou internados, já que possuem uma quantidade elevada de água e podem promover o aumento da hidratação hídrica e manutenção do trato urinário do felino. Também são alimentos de excelente palatabilidade.

O alimento Recovery ROYAL CANIN® é uma excelente opção para esses casos, já que auxilia na oferta de calorias e nutrientes, além de conter quantidade satisfatória de líquido em sua composição, auxiliando também na reidratação do animal. Sua alta palatabilidade proporciona maior sucesso na alimentação de gatos enfermos.

Embalagem do alimento Recovery da Royal Canin

Além da Rinotraqueíte, há outras doenças respiratórias que podem afetar os gatos

Diversas outras doenças podem afetar o trato respiratório superior dos felinos. Dentre elas, podemos destacar:

  • Calicivirose: causada pelo calicivírus felino (FCV), apresenta sinais clínicos semelhantes a rinotraqueíte felina. Porém, além dos agentes causadores serem distintos, as úlceras na cavidade oral e região de face são mais frequentes nos animais acometidos pela calicivirose. Neste caso, é importante realizar o diagnóstico diferencial com outras patologias, como o complexo gengivoestomatite felina.
  • Clamidiose: causada pela bactéria gram-negativa Chlamydophila felis, que é um parasita intracelular obrigatório, com predileção por epitélio conjuntival, podendo também se replicar no epitélio respiratório, no gastrointestinal e no geniturinário. Os sinais clínicos da clamidiose são similares à rinotraqueíte felina e à calicivirose. Porém, além dos agentes causadores serem distintos, as conjuntivites são mais frequentes nesses casos.

Diante disso, vale ressaltar a importância de seguir com o diagnóstico diferencial e solicitar exames que possam auxiliar o médico-veterinário a traçar o diagnóstico de forma mais assertiva para seu paciente.

Tire outras dúvidas sobre a rinotraqueíte felina e o vírus FHV-1

Respondemos algumas dúvidas frequentes do médico-veterinário e outras que podem ajudar na orientação aos tutores sobre a infecção viral. Confira:

1. A rinotraqueíte felina passa para humanos?

Não. O FHV-1 é um vírus espécie-específico, infectando exclusivamente felídeos domésticos e selvagens. Portanto, a rinotraqueíte felina não representa risco para seres humanos, incluindo indivíduos imunocomprometidos.

2. Complexo respiratório felino e rinotraqueíte são a mesma doença?

Não. O complexo respiratório felino é uma síndrome multifatorial, causada por diversos agentes infecciosos que afetam o trato respiratório superior de gatos. Os principais agentes incluem:

  • FHV-1;
  • Calicivírus felino;
  • Chlamydophila felis;
  • Mycoplasma spp.;
  • Bordetella bronchiseptica.

A rinotraqueíte felina é, portanto, apenas uma das doenças que pode estar presente no complexo respiratório.

3. É possível que um gato seja portador assintomático do FHV-1?

Sim. Conforme explicado anteriormente, na fase de latência da rinotraqueíte felina, o animal continua sendo portador do FHV-1, podendo não apresentar sinais clínicos por longos períodos.

4. Gatos vacinados podem desenvolver a doença?

Sim, embora de forma geralmente mais branda e autolimitada. As vacinas contra o FHV-1 têm como objetivo reduzir a severidade dos sinais clínicos da rinotraqueíte felina e a excreção viral.

Além disso, alguns fatores podem contribuir para o aparecimento da doença mesmo em animais vacinados, incluindo:

  • intervalos vacinais inadequados;
  • falhas na resposta imunológica individual;
  • alta carga viral no ambiente;
  • estresse e coinfecções.

Portanto, mesmo gatos imunizados podem apresentar quadros leves de rinotraqueíte, reforçando a importância do manejo sanitário ambiental e do controle populacional como estratégias complementares à vacinação.

Royal Canin® e o compromisso contínuo com a saúde e o bem-estar de gatos e cães

Com mais de 50 anos de atuação, a Royal Canin® se consolidou como uma das líderes globais em nutrição de precisão para gatos e cães, desenvolvendo soluções alimentares baseadas em ciência e inovação, com o propósito de oferecer alimentos que atendem às reais necessidades fisiológicas e nutricionais de cada pet, promovendo longevidade, qualidade de vida e bem-estar.

A empresa investe continuamente em pesquisa científica, parcerias com médicos-veterinários e universidades, reforçando seu compromisso com educação, medicina preventiva e responsabilidade social.

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Referências:

CADETIO, G.; VARZIM, F.L.S.B. Complexo respiratório felino e principais agentes infecciosos: revisão bibliográfica. UNIFEOB, 2023.

CAMARGO, R.P. Rinotraqueíte viral felina seguida de broncopneumonia secundária. UCP, 2021.

ORZIA, P.A.A.S. Principais patógenos do complexo respiratório felino. Faculdade Metropolitana de Anápolis, 2021. Acesso em: 10 junho 2025.

ROCHA, M.G. Protocolo terapêutico do herpesvírus felino 1 – revisão de literatura. CEUB – Centro de Ensino Unificado de Brasília, 2021. Acesso em: 10 junho 2025.

SANTOS, J.M.S. et al. Terapêutica da rinotraqueíte viral felina – uma revisão. Entre Saberes e Inovação: Um Olhar Multidisciplinar. Rio de Janeiro: Epitaya, 2024. Acesso em: 10 junho 2025.

STONE, A. et al. 2020 AAHA/AAFP Feline Vaccination Guidelines. JAAHA.ORG, v. 56, p. 249-265, 2020. Acesso em: 10 junho 2025.

TARANNUM, A.; WANG, C. Feline Herpesvirus 1 (FHV-1) Infection: Pathogenesis, Clinical Manifestations, and Emerging Therapeutic Strategies. Veterinary Virology of Domestic and Pet Animals, 2025. Acesso em: 10 junho 2025.

TRAMONTIM, Q.E.R. et al. Casuística das afecções oculares associadas ao herpesvírus felino tipo 1 na grande Florianópolis. Revista Observatorio de la Economia Latinoamericana, v.21, n.7, 2023. Acesso em: 10 junho 2025.

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