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Doenças de pele em gatos: conheça as 10 dermatopatias mais frequentes na medicina felina

Doenças de pele em gatos: conheça as 10 dermatopatias mais frequentes na medicina felina
Publicado em 2 de outubro de 2025
Tempo de leitura: 16min
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Detalhamos as principais doenças de pele em felinos. Saiba como conduzir cada caso, desde a identificação até o manejo terapêutico.

As doenças de pele em gatos representam um dos principais motivos de consulta na Medicina Felina, sendo responsáveis por uma parcela significativa das queixas de tutores relacionadas a prurido, alopecia, eritema, crostas e descamações cutâneas. A pele, por ser o maior órgão do corpo, reflete não apenas doenças primárias, mas também alterações sistêmicas que se manifestam com sinais dermatológicos (MACEDO et al., 2021).

Estima-se ainda que dermatopatias representam cerca de 30% dos atendimentos realizados na rotina clínica de pequenos animais. (VASCONCELOS et al., 2022) Esse cenário reforça a importância de se manter atualizado sobre as doenças de pele em gatos. Para colaborar com a sua rotina clínica, destacamos neste artigo 10 dermatopatias em felinos e como abordar cada uma delas.

Doenças de pele em gatos: um desafio para o médico-veterinário

As doenças de pele em pequenos animais representam um desafio para o médico-veterinário porque são multifatoriais, apresentam sintomas parecidos e, muitas vezes, ocorrem em conjunto com outras enfermidades.

No entanto, quando falamos da prática dermatológica em felinos, temos desafios adicionais em comparação à dermatologia canina. A apresentação clínica de doenças de pele em gatos pode ser mais sutil e inespecífica, e os felinos tendem a expressar quadros dermatológicos através de alopecia autoinduzida, complexos granulomatosos ou ulcerações (OMELCHENKO et al., 2023).

Outro fator relevante é a coexistência de múltiplas condições em um mesmo paciente, como dermatite alérgica associada à piodermite secundária, ou dermatofitose concomitante a infestação parasitária, para citar alguns exemplos. Por isso, o diagnóstico diferencial amplo e a abordagem multimodal são indispensáveis (SCHILDT & PANKALA, 2024).

O lado positivo é que, nos últimos anos, o avanço das técnicas diagnósticas, aliado ao crescente número de estudos envolvendo felinos, permitiu maior acurácia na diferenciação entre as dermatopatias em gatos, colaborando para o diagnóstico assertivo e tratamento mais adequado para cada quadro.

As 10 principais doenças de pele comuns em gatos

Veja um panorama geral de 10 doenças de pele em gatos comuns na rotina clínica.

1. Dermatite alérgica (reação de hipersensibilidade)

Na Medicina Felina, uma das principais causas de prurido é a dermatite de causa alérgica, que pode estar associada a hipersensibilidade alimentar, dermatite atópica ou dermatite alérgica à picada de ectoparasitas (DAPE).

As lesões das dermatites em gatos podem incluir eritema, alopecia autoinduzida e crostas. O diagnóstico é clínico, complementado por exclusão de outras causas.

O tratamento envolve controle do alérgeno, terapia antiparasitária e, em alguns casos, o uso de imunomoduladores (URKIOLA et al., 2025; WATSON et al., 2025).

2. Complexo Granuloma Eosinofílico Felino

Caracteriza-se por um grupo de lesões dermatológicas mediadas por hipersensibilidade, incluindo úlceras indolentes, placas eosinofílicas e granulomas eosinofílicos. São comuns lesões ulcerativas em lábios, abdômen ou coxins.

O diagnóstico baseia-se em citologia e histopatologia, e o tratamento envolve a eliminação da causa da condição, assim como a administração de corticoides ou ciclosporina (OMELCHENKO et al., 2023).

Leia mais: Guia completo sobre Complexo Granuloma Eosinofílico Felino.

3. Neoplasias cutâneas

Os tumores de pele, como o mastocitoma, o linfoma cutâneo e o carcinoma de células escamosas, também caracterizam importantes doenças de pele em gatos.

Nesse caso, a diferenciação diagnóstica é feita por histopatologia e imunohistoquímica, sendo essa última considerada padrão-ouro. Já o manejo varia de acordo com o tipo de neoplasia, podendo envolver cirurgia, quimioterapia e imunoterapia (DAVIDSON et al., 2025).

4. Esporotricose

Causada pelos fungos Sporothrix spp., a esporotricose felina é uma micose cutânea zoonótica de alta relevância em saúde pública. A infecção ocorre principalmente pela penetração do fungo por meio de feridas ou cortes na pele, sendo os gatos, por causa das arranhaduras e mordeduras, os principais disseminadores da doença (QUEIROZ et al., 2025).

As lesões se iniciam com nódulos que evoluem para úlceras, e o diagnóstico envolve principalmente cultura fúngica, citologia e PCR. O tratamento padrão da esporotricose felina é com o uso de antifúngicos, como o itraconazol, por longos períodos (LAZAMETH-DINIZ et al., 2025).

5. Criptococose

A criptococose, causada pelo Cryptococcus spp., é uma enfermidade fúngica de caráter zoonótico, cuja transmissão ocorre principalmente por inalação dos esporos fúngicos presentes em excretas de pombos.

A manifestação clínica depende da competência imunológica do indivíduo acometido, podendo incluir lesões dermatológicas nodulares e ulcerativas, com destaque para a característica “nariz de palhaço”, devido ao comprometimento nasal e facial. Essa característica da lesão de pele em gatos da criptococose a diferencia da esporotricose pelo aspecto clínico.

O diagnóstico é feito por citologia e o tratamento inclui a administração de itraconazol ou fluconazol (OMURA et al., 2024).

Leia mais: Guia completo sobre Criptococose em animais domésticos.

6. Dermatofitose

A dermatofitose é outra doença de pele em gatos caracterizada como uma zoonose fúngica contagiosa. É causada principalmente pelo Microsporum spp., que pode ser transmitido ao animal suscetível por contato direto ou indireto.

O felino portador pode ser assintomático ou apresentar lesões como alopecia focal, descamação e crostas. O teste diagnóstico ouro é a cultura fúngica, embora exames como a lâmpada de Wood e tricograma possam auxiliar (MACEDO et al., 2021).

O tratamento combina antifúngicos tópicos e sistêmicos, como miconazol e itaconazol, respectivamente.

Leia mais: Guia completo sobre Dermatofitose em gatos e cães.

7. Escabiose felina

Causada pelo Notoedres cati, a escabiose felina é uma ectoparasitose altamente pruriginosa e contagiosa. O contágio se dá pelo contato direto com animais acometidos ou por fômites.

Nessa afecção, as lesões de pele nos gatos são predominantes em face, orelhas e pescoço, e apresentam aparência seca e crostosa.

O diagnóstico dessa que é uma das mais importantes doenças de pele em gatos é confirmado por raspado cutâneo. O tratamento envolve o uso de medicamentos à base de ivermectina, selamectina, isoxazolinas (como o esafoxolaner), e deve ser feito não somente no gato com sinais clínicos, mas também em todos os contactantes (SIOUTAS et al., 2025).

8. Demodicose

A demodicose ou sarna demodécica é causada pelo ácaro Demodex cati ou Demodex gatoi. A transmissão pode ocorrer durante a amamentação ou por meio do acasalamento dos parasitas.

O quadro clínico da afecção localizada pode cursar com alopecia e descamação, sendo o prurido geralmente ausente. Já a demodicose generalizada pode causar alopecia, descamação, eritema irregular, crostas e hiperpigmentação.

O diagnóstico é realizado por raspado cutâneo profundo e tricograma. O tratamento da forma generalizada pode ser feito a partir da aplicação tópica de ectoparasitas como sarolaner, fluralaner, ou da combinação de sarolaner-selamectina (ZIAIEARDESTANI et al., 2025).

Leia mais: Guia completo sobre Dermatofitose em gatos e cães.

9. Malassezia

As dermatites em gatos causadas por Malassezia pachydermatis estão associadas à proliferação fúngica excessiva que pode ser secundária a doenças alérgicas, imunossupressoras ou endócrinas. Os sinais clínicos incluem eritema, seborreia, alopecia e prurido.

O diagnóstico é realizado por citologia cutânea ou micocultura. Já o tratamento inclui antifúngicos tópicos, como xampu a base de clorexidina e ophytrium (DROPSY et al., 2025).

10. Piodermite

Como a décima causa mais importante de doenças de pele em gatos temos a piodermite, que em felinos geralmente ocorre de forma secundária a doenças coexistentes, como hipersensibilidade ou parasitoses.

É clinicamente caracterizada por pústulas, crostas e alopecia. O diagnóstico é confirmado por cultura e antibiograma, detectando qual o microrganismo está envolvido na infecção e a quais antibióticos sistêmicos ele é susceptível. Assim, o médico-veterinário é capaz de adotar a terapia correta, evitando o uso indiscriminado de antibióticos (CAVANA et al., 2022).

Atenção: nem toda lesão de pele causa prurido

É comum que tutores associem doenças de pele em gatos exclusivamente ao prurido. Entretanto, nem todas as dermatopatias cursam com coceira evidente.

Algumas afecções podem ter como sinais lesões como alopecia, descamação, nódulos ou úlceras podem se manifestar sem prurido. Isso pode dificultar a percepção precoce da doença pelos tutores e pode atrasar o diagnóstico (OMURA et al., 2024; OMELCHENKO et al., 2023).

Exemplos de dermatopatias que podem não causar prurido nos felinos

Algumas doenças de pele em gatos que podem não causar prurido como manifestação clínica são:

  • neoplasias cutâneas;
  • criptococose;
  • esporotricose;
  • demodicose.

O atendimento de um felino com dermatopatia demanda cautela

Diante de todos os pontos citados até aqui, é essencial se atentar aos detalhes clínicos durante às consultas de gatos que chegam aos consultórios com queixas dermatológicas para se buscar o diagnóstico assertivo.

Falaremos desse ponto a seguir, mas antes ainda temos de ressaltar a questão da segurança pessoal e dos cuidados específicos com os felinos nos atendimentos.

Durante a consulta dermatológica felina, é fundamental que o médico-veterinário utilize equipamentos de proteção individual (EPIs), especialmente em casos suspeitos de dermatopatias zoonóticas (QUEIROZ et al., 2025; LAZAMETH-DINIZ et al., 2025).

Além disso, recomenda-se a adoção de um manejo cat friendly, que inclui minimizar o estresse do paciente, utilizar ambientes adequados, técnicas de contenção gentil e reforço positivo, favorecendo uma experiência mais segura para o animal e para a equipe.

A abordagem cat friendly é ainda particularmente importante em pacientes dermatológicos, pois eles podem apresentar dor, desconforto ou irritabilidade devido às lesões.

Como é feito o diagnóstico das doenças de pele em gatos

Anamnese detalhada, exame físico minucioso e utilização de métodos complementares (citologia, cultura fúngica, biópsia e testes moleculares) são indispensáveis para traçar o diagnóstico e instituir o manejo clínico eficiente das doenças de pele em gatos.

A seguir, detalhamos todos esses passos para um diagnóstico mais assertivo:

1. Histórico e anamnese

Durante a consulta do gato com doenças de pele, a coleta de dados deve ser minuciosa e incluir informações sobre tempo de evolução das lesões, tratamentos prévios, presença de animais contactantes (cães, outros gatos e até mesmo animais de produção) e se eles apresentam ou não as mesmas manifestações clínicas do gato em atendimento.

É indispensável também questionar se os tutores ou familiares apresentam sinais dermatológicos compatíveis, já que algumas enfermidades possuem caráter zoonótico (QUEIROZ et al., 2025).

2. Exame físico do felino e inspeção dermatológica

O exame físico deve ser completo e detalhado, com atenção ao padrão de distribuição das lesões na pele do gato. A inspeção dermatológica deve abranger todo o corpo, incluindo áreas como região interdigital, cauda e face.

3. Exames laboratoriais e complementares

Em casos de doenças de pele em gatos, a escolha dos exames deve ser guiada pelo histórico clínico e pela apresentação das lesões, sempre buscando reduzir o tempo até a confirmação diagnóstica.

Sendo assim, entre os exames mais utilizados destacam-se:

  • citologia cutânea (para diagnóstico de piodermite e Malassezia);
  • raspado cutâneo (para diagnóstico de escabiose e demodicose);
  • cultura fúngica (para diagnóstico da dermatofitose);
  • biópsia e histopatologia (para diagnóstico de neoplasias e granuloma eosinofílico);
  • PCR (para diagnóstico de esporotricose e criptococose) (LAZAMETH-DINIZ et al., 2025; OMURA et al., 2024).

O papel do médico-veterinário especializado em dermatologista na condução de casos

Há casos em que deve ser feito o encaminhamento do paciente para um dermatologista veterinário. São eles: casos refratários, recorrentes ou quando há suspeita de enfermidades complexas. Ao final, a atuação conjunta com o clínico permite um manejo mais assertivo, garantindo diagnóstico rápido e terapêutica individualizada (CAVANA et al., 2022).

Antes do encaminhamento, o clínico pode realizar exames de triagem como citologia, raspado cutâneo e cultura fúngica, facilitando a avaliação do especialista e otimizando o tempo até o início do tratamento adequado.

Como definir o melhor tratamento para doenças de pele em gatos?

O tratamento das dermatopatias em gatos depende diretamente do diagnóstico estabelecido. A utilização empírica de medicamentos, sem confirmação da etiologia, pode levar a agravamento do quadro clínico. Um exemplo clássico é o uso inadvertido de corticoides em infecções fúngicas, que tende a piorar a evolução das lesões (MACEDO et al., 2021).

Além do tratamento específico para as doenças de pele em gatos, medidas de suporte — como controle da dor, manejo nutricional adequado, higiene cutânea e redução do estresse ambiental — são indispensáveis para a recuperação do paciente (WATSON et al., 2025).

Prevenção e manejo das principais dermatopatias em felinos

A prevenção e o manejo das principais doenças de pele em gatos envolvem medidas como:

  • controle populacional para reduzir disseminação de doenças infecciosas;
  • restrição do acesso irrestrito à rua, diminuindo o risco de contaminações;
  • controle rigoroso de ectoparasitas;
  • manutenção de higiene adequada no ambiente;
  • redução de níveis de estresse e estímulo a um ambiente enriquecido;
  • isolamento imediato de animais com suspeita de doenças infectocontagiosas.

Nutrição como aliada nas questões dermatológicas

A alimentação é ponto chave para o bem-estar e a saúde dos pets e tem papel fundamental quando falamos sobre afecções de pele.

Por exemplo, casos que necessitem de uma dieta coadjuvante ao tratamento de doenças de pele em gatos, como os de hipersensibilidade, podem se beneficiar dos alimentos Hypoallergenic Feline e Anallergenic Feline.

Hypoallergenic Feline é indicado para gatos adultos e sua fórmula ajuda na redução de intolerâncias a ingredientes e nutrientes por possuir fontes de proteínas hidrolisadas e fontes de carboidratos selecionadas.

Anallergenic Feline é formulado com fontes selecionadas de proteína e carboidrato para reduzir sensibilidades alimentares, sendo indicado para gatos adultos. É um alimento que pode ser usado na fase de diagnóstico da alergia alimentar e em casos refratários. Possui peptídeos de baixo peso molecular para reduzir o risco de reação adversa ao alimento e auxilia no suporte à barreira protetora natural da pele, para uma ótima saúde cutânea.

Falando em doenças de pele, gatos com hipersensibilidade podem se beneficiar dos alimentos Hypoallergenic Feline e Anallergenic Feline

Leia também: Quais as diferenças entre os alimentos Hypoallergenic e Anallergenic e quando cada produto é indicado

A nutrição balanceada a partir de um alimento completo, assim como o Royal Canin® Pele e Pelagem, que contém ômega-3, incluindo epa e DHA, e ácidos graxos ômega-6, ainda pode ajudar a oferecer suporte e nutrir a pele de gatos que apresentem não uma afecção em si, mas alguma sensibilidade cutânea.

Royal Canin® Pele e Pelagem oferece suporte a gatos com alguma sensibilidade cutânea

É essencial que o tutor converse com o médico-veterinário e entenda qual a melhor alimentação para o seu gato de acordo com a condição de saúde do animal. Seguir a dieta prescrita contribui para o manejo de doenças de pele, outras afecções e para o bem-estar como um todo do felino.

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Referências:

CAVANA, P. et al. Staphylococci isolated from cats in Italy with superficial pyoderma and allergic dermatitis: Characterisation of isolates and their resistance to antimicrobials. Veterinary Dermatology, v.34, n.1, 2022. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/vde.13127. Acesso em: 21 ago. 2025.

DAVIDSON, G.A.; SMITH, S.H.; DOBROMYLSKYJ, M.J. Differentiation of feline cutaneous round cell tumours using immunohistochemistry. J. Comp. Pathol., 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40315662/. Acesso em: 21 ago. 2025.

DROPSY, H. et al. Evaluation of the performance of topical products containing Ophytrium and chlorhexidine digluconate in cats with local cutaneous bacterial and/or Malassezia pachydermatis overgrowth. J. Feline Med. Surg., v.27, n.4, 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40237697/. Acesso em: 21 ago. 2025.

LAZAMETH-DINIZ, N.F. et al. Clinical and Molecular Characterization of Feline Sporotrichosis in the Brazilian Amazon: PCR-Based Identification of Sporothrix brasiliensis. Animals, v.15, n.15, 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40805106/. Acesso em: 21 ago. 2025.

MACEDO, C.M.; SILVA, W.C.; JUNIOR, R.N.C.C. Dermatophytosis in dogs and cats: clinica, diagnosis and treatment aspects. Veterinária e Zootecnia, v.28, 2021. Disponível em: https://www.cabidigitallibrary.org/doi/full/10.5555/20220141719. Acesso em: 21 ago. 2025.

OMELCHENKO, H. et al. Some aspects of the diagnosis and treatment of eosinophilic granuloma in cats. J. Vet. Res., v67, n.4, 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38130457/. Acesso em: 21 ago. 2025.

OMURA, M. et al. Molecular epidemiological investigation of Cryptococcus spp. isolated from cats in Japan using multi-locus sequence typing. Med. Mycol., v.62, n.8, 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39153965/. Acesso em: 21 ago. 2025.

QUEIROZ, A.C.D.J. et al. Esporotricose em gatos domésticos com acesso à rua: avaliação dos riscos e protocolos de manejo. Pubvet, v.19, n.05, 2025. Disponível em: https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/4118. Acesso em: 21 ago. 2025.

SCHILDT, K.J.M.; PANKALA, L.E. Doenças cutâneas em filhotes felinos. Vetfocus, 2024. Disponível em: https://vetfocus.royalcanin.com/pt/cientifico/skin-diseases-in-kittens. Acesso em: 21 ago. 2025.

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VASCONCELOS, J. et al. Aspectos Clínicos, Epidemiológicos e Terapêuticos da Sarna Sarcóptica Diagnosticada em Felinos Domésticos na Região Metropolitana de João Pessoa, Paraíba, Brasil. Research, Society and Development, v. 11, n. 7, e22211729753, 2022. Disponível em https://www.researchgate.net/publication/360776077_Aspectos_Clinicos_Epidemiologicos_e_Terapeuticos_da_Sarna_Sarcoptica_Diagnosticada_em_Felinos_Domesticos_na_Regiao_Metropolitana_de_Joao_Pessoa_Paraiba_Brasil. Acesso em 27 de agosto de 2025.

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ZIAIEARDESTANI, B. et al. Sarolaner/selamectin spot-on: An effective treatment of generalized demodicosis due to Demodex cati in a cat. Can. Vet. J., v.66, n.8, 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40786743/. Acesso em: 21 ago. 2025.

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