Plantas tóxicas para gatos e cães: conheça as mais comuns
Links rápidos:
- Qual a importância de conhecer as espécies de plantas?
- 8 plantas tóxicas para gatos e cães comuns em casas e jardins
- Principais sinais clínicos de intoxicação por plantas em cães e gatos
- Tratamento para intoxicação por plantas em cães e gatos
- Prognóstico do paciente intoxicado por ingestão de plantas
- 4 formas de prevenir a intoxicação por plantas em gatos e cães
- Perguntas frequentes sobre plantas tóxicas para gatos e cães
- A Royal Canin® se dedica há mais de cinco décadas ao cuidado com os pets e à ciência nutricional
Inúmeras plantas são potencialmente nocivas para gatos e cães; saiba quais são as mais comuns e como evitar as intoxicações.
Muitas plantas ornamentais, além de algumas ervas e temperos que se encontram presentes no ambiente doméstico, podem ser capazes de causar quadros de intoxicação em cães e gatos se ingeridas.
A gravidade da intoxicação por plantas tóxicas para gatos e cães depende da espécie acometida e da substância ingerida, assim como sua forma de ação, quantidade consumida e o grau de sensibilidade individual do cão ou do gato.
Conheça as principais plantas tóxicas que costumam estar presentes nos lares brasileiros, as consequências da ingestão ou mesmo do contato com essas plantas e sabia como abordar um animal com suspeita de intoxicação.
Qual a importância de conhecer as espécies de plantas?
É de suma importância que o médico-veterinário reconheça as plantas e os vegetais tóxicos para os pets, afinal, diversas espécies ornamentais apresentam compostos biologicamente ativos capazes de provocar desde irritação gastrintestinal até distúrbios cardiovasculares, neurológicos e renais em cães e gatos (GÓRNIAK, 2008; ASPCA, s.d.; SANTOS et al., 2025; SIROKA, 2023).
Diante disso, é fundamental que o profissional conheça os riscos e as consequências de uma eventual ingestão ou contato com essas plantas e ainda preze pela educação do responsável como uma medida essencial de prevenção primária a novos quadros de intoxicação.
Além disso, a identificação precisa da planta ingerida é determinante para que o médico-veterinário estabeleça condutas terapêuticas específicas e protocolos de descontaminação adequados, reduzindo o risco de agravamento clínico. Estudos demonstram que a elucidação rápida da fonte tóxica favorece decisões mais assertivas em medicina de emergência e pode melhorar significativamente o prognóstico (POPPENGA, 2013; RIBEIRO, 2012; MARKERT et al., 2023).
Assim, reconhecer previamente quais plantas oferecem risco, bem como identificar a espécie envolvida em casos suspeitos, permite ao profissional intervir precocemente, minimizar ou evitar a manifestação dos sinais clínicos e prevenir complicações sistêmicas potencialmente graves associadas à intoxicação vegetal em pequenos animais (FDA, 2023).
8 plantas tóxicas para gatos e cães comuns em casas e jardins
Muitas plantas tóxicas para gatos e cães estão comumente presentes no ambiente doméstico, em decoração, vasos e jardins, por exemplo. A toxicidade depende da espécie animal relacionada. Já o grau de acometimento está relacionado à quantidade de substância ingerida ou que tenha entrado em contato, além da sensibilidade individual de cada animal (GÓRNIAK, 2008).
A seguir, listamos as 8 principais espécies de plantas tóxicas para gatos e cães e detalhamos como elas podem afetar os pets.
Lírio
O Lírio, cujo nome científico é Lilium sp.p, possui diversas variedades, com diferentes cores de flores. É uma planta tóxica nociva para os pets, especialmente os gatos, levando ao desenvolvimento de insuficiência renal aguda mesmo após ingestão de pequenas quantidades de folhas, flores, pólen ou água do vaso (SIROKA, 2023).

Sabe-se ainda que a ingestão de pequenas quantidades de flores ou folhas é suficiente para ocasionar necrose tubular. Porém, o princípio tóxico e seu mecanismo de ação ainda são desconhecidos (ASPCA, s.d.).
Azaleia
Azaleia, ou Rhododendron spp., é considerada uma planta tóxica para gatos e cães. As toxinas encontradas nas folhas, flores e até mesmo na água que acumula no prato do vaso são chamadas de grayanotoxinas. São compostos cuja ação consiste na ativação prolongada dos canais de sódio e na despolarização celular, o que leva à superestimulação do sistema nervoso central (SIROKA, 2023).

Intoxicações mais severas causadas pela ingestão dessa toxina podem levar à hipotensão e ao acometimento do sistema cardiovascular (bradicardia sinusal ou bradiarritmia e bloqueio atrioventricular parcial ou completo) (GÓRNIAK, 2008).
Espada-de-São-Jorge
A Espada-de-São-Jorge, cientificamente denominada Sansevieria trifasciata, é uma planta bastante popular nas residências por ser considerada resistente e de fácil cultivo. Porém, representa perigo aos pets pois contém em sua estrutura as chamadas saponinas, substâncias potencialmente tóxicas para caninos e felinos (ASPCA, s.d.).

Uma das consequências relacionadas ao contato com as saponinas é o desencadeamento de dermatites, além dos sinais clínicos clássicos de intoxicação por ingestão (GÓRNIAK, 2008).
Mamona
A mamona, cujo nome científico é Ricinus communis, é mais uma das plantas tóxicas para gatos e cães. Ela apresenta um componente altamente nocivo denominado ricina em todas as partes de sua estrutura (inclusive nas sementes) (GÓRNIAK, 2008).

A ricina é responsável por ocasionar a inibição da síntese proteica, logo, a ingestão de uma pequena quantidade da semente de mamona (somente 30 gramas), por exemplo, já pode ser letal (RIBEIRO, 2012).
Comigo-ninguém-pode
A Comigo-ninguém-pode, cientificamente denominada Dieffenbachia spp., é uma espécie vegetal que contempla uma grande variedade de cores. Contém cristais de oxalato de cálcio que são liberados quando a planta é mastigada ou ingerida, o que a caracteriza como um exemplar de plantas tóxicas para cães e gatos (GÓRNIAK, 2008; SANTOS et al., 2025).

Além dos sinais clínicos de intoxicação por ingestão, pode causar eritema e edema dos lábios, língua, palato e faringe, incluindo também irritação intensa da conjuntiva ocular, resultando em congestão, fotofobia e lacrimejamento (ASPCA, s.d.).
Costela-de-adão
A Costela-de-adão, ou Monstera deliciosa, também é uma planta da família Araceae, assim como a Comigo-ninguém-pode, apresentando a mesma caraterística de conter cristais de oxalato pontiagudos que têm efeito irritante na pele e nas mucosas (SIROKA, 2023).

Além disso, o consumo crônico dos oxalatos presentes nessas plantas tóxicas para gatos e cães pode ocasionar danos ao sistema urinário (GÓRNIAK, 2008).
Dracena
A Dracena, ou Dracaena spp. em sua nomenclatura científica, possui várias espécies e diferentes cores. Assim como a Espada-de-São-Jorge, esse exemplar possui saponinas em sua composição, compostos que contêm efeito irritante e são potencialmente hemolíticos (SIROKA, 2023).

Antúrio
O Antúrio, cientificamente denominado Anthurium spp., é outra planta rica em oxalatos de cálcio, podendo causar dor oral intensa, edema, irritação ocular e dificuldade respiratória nos casos mais severos. A manipulação ou a mastigação leve já pode ser suficiente para desencadear sinais clínicos relacionados às plantas tóxicas em gatos e cães (GÓRNIAK, 2008; SANTOS et al., 2025).

Outras plantas tóxicas para gatos e cães
Existem, ainda, muitas outras plantas tóxicas para gatos e cães que podem ser bastante perigosas para a saúde dos pets, assim como (ASPCA, s.d.; FDA, 2023):
- Babosa;
- Begônia;
- Camomila;
- Cebolinha;
- Copo-de-leite;
- Hortelã;
- Louro;
- Manjerona;
- Orégano;
- Samambaia.
Algumas árvores, incluindo cascas, folhas e frutos, são tóxicas para gatos e cães. Podemos citar como exemplos o limoeiro e o abacateiro. Além disso, café também é considerado tóxico para pets .
Principais sinais clínicos de intoxicação por plantas em cães e gatos
Os sinais clínicos de intoxicação por ingestão de plantas tóxicas para animais são condições primeiramente relacionadas ao sistema digestório como náusea, vômito, dor abdominal, diarreia e falta de apetite (SANTOS et al., 2025).
O aparecimento dessas manifestações clínicas pode ocorrer imediatamente após o consumo (de uma a três horas), ou mais lentamente (de um a cinco dias). Também está diretamente relacionado ao tipo e quantidade de princípio tóxico ingerido e ao grau de sensibilidade individual do animal (GÓRNIAK, 2008; POPPENGA, 2013).
Além disso, podem ser observadas outras alterações como letargia, fraqueza/fadiga, polidipsia (aumento na ingestão de água), tremores, desorientação, perda de coordenação motora (ataxia) e até mesmo convulsão (ASPCA, s.d.; MARKERT et al., 2023).
Junto a todos esses sinais clínicos, as substâncias de algumas plantas tóxicas também podem ocasionar sinais clínicos mais específicos. O lírio e a mamona, por exemplo, desencadeiam lesões nas estruturas renais, ocasionando a insuficiência renal. A azaleia pode colapsar o sistema cardiovascular e causar dificuldade respiratória (SIROKA, 2023).
Já a Espada-de-são-jorge, a Comigo-ninguém-pode e o Antúrio também são responsáveis por causar irritação oral, com sensação de queimação dos lábios, da cavidade bucal e da língua, além da dificuldade de deglutição (RIBEIRO, 2012).
Vale ressaltar que a demora no socorro do paciente e o diagnóstico tardio, permitindo a progressão da síndrome gerada, podem levar o animal a morte (MARKERT et al., 2023).
Tratamento para intoxicação por plantas em cães e gatos
O manejo de casos suspeitos de intoxicação por plantas tóxicas para gatos e cães exige abordagem rápida e sistematizada. Inicialmente, o médico-veterinário deve realizar anamnese minuciosa, buscando identificar a espécie vegetal envolvida, a quantidade ingerida e o tempo decorrido desde o consumo.
Esse passo é essencial para diferenciar a intoxicação de outras emergências comuns, como intoxicações por anti-inflamatórios não esteroidais, paracetamol, etilenoglicol, chocolate ou outros agentes tóxicos (POPPENGA, 2013; RIBEIRO, 2012).
A identificação precisa da planta é fundamental para direcionar o tratamento com medicamento ou antídoto específico, quando disponível, e evitar e/ou minimizar os danos ao organismo do animal diretamente relacionados ao agente tóxico (SANTOS et al., 2025).
Quando o atendimento ocorre em menos de uma hora após a ingestão de plantas tóxicas, medidas como indução de êmese ou lavagem gástrica podem ser consideradas, desde que não haja contraindicações como convulsões, severa depressão ou coma, perda do reflexo normal de vômito e hiporexia (POPPENGA, 2013; RIBEIRO, 2012).
Situações em que já passaram mais de uma hora do momento da ingestão geralmente exigem suporte sintomático, associados à administração de carvão ativado, quando possível, e monitoramento rigoroso do paciente (POPPENGA, 2013; SIROKA, 2023).
Complementando, a abordagem terapêutica para quadros de intoxicação por plantas tóxicas para gatos e cães deve incluir (RIBEIRO, 2012):
- estabilização dos sinais vitais, controle de hidratação e eletrólitos;
- controle de sinais clínicos e terapia de suporte;
- monitoramento contínuo, especialmente em intoxicações com potencial nefrotóxico, cardiotóxico ou neurológico.
Vale ressaltar que na intoxicação por plantas que possuem oxalatos, como Comigo-ninguém-pode, Antúrio e Espada-de-São-Jorge, o médico-veterinário deve instruir a lavagem oral. Pode também ser necessário o uso de analgésicos e anti-inflamatórios para o controle da dor e do edema causados pela ação irritativa do composto tóxico.
Compreenda, de forma visual e resumida, como abordar um paciente com intoxicação por ingestão de substâncias – incluindo as plantas tóxicas – em nosso infográfico:

Alimentação em quadros de intoxicação por plantas tóxicas para animais
Durante um processo de intoxicação causado por plantas tóxicas para gatos e cães, os animais podem sofrer injúrias em todo o aparelho digestório, inclusive com acometimento da cavidade bucal, levando a quadros de anorexia.
Dessa forma, pode ser necessário adotar uma dieta úmida, de alta palatabilidade e elevado valor energético, que ajude no estado geral do paciente, auxiliando no restabelecimento do organismo.
Para isso, a Royal Canin® Recovery pode ser instituída, pois além de ser um alimento que oferece alta densidade de energia que permite atender os requerimentos energéticos enquanto ajuda a reduzir a quantidade de alimento oferecido ao paciente crítico, conta com alto nível de proteína para auxiliar na manutenção da massa muscular durante a hospitalização/convalescença e possui textura que permite a administração por meio de seringa ou sonda.

Prognóstico do paciente intoxicado por ingestão de plantas
O prognóstico de pacientes intoxicados por ingestão de plantas é altamente variável e depende de fatores como a espécie vegetal envolvida, dose ingerida, presença de compostos tóxicos de alta letalidade, tempo decorrido até o atendimento e condição fisiológica prévia do animal (GÓRNIAK, 2008).
A gravidade dos sinais clínicos no momento da admissão é um dos principais fatores prognósticos. Pacientes que chegam ainda estáveis, com vômito controlado, sem sinais neurológicos graves e sem alterações significativas de parâmetros cardiovasculares geralmente apresentam evolução favorável com terapia de suporte intensiva. Em contrapartida, casos que já apresentam arritmias refratárias, convulsões, insuficiência renal aguda, edema pulmonar ou distúrbios hidroeletrolíticos significativos têm maior risco de mortalidade e piora progressiva, mesmo com intervenção apropriada (RIBEIRO, 2012).
Em quadros de ingestão de plantas tóxicas para gato e cães, o prognóstico melhora significativamente quando a eliminação da substância nociva é realizada nas primeiras horas após a ingestão (indução de vômito em casos indicados, carvão ativado, fluidoterapia precoce), associada ao monitoramento contínuo de função renal, hepática, eletrolítica e cardiovascular. A evolução nas primeiras 24–72 horas costuma ser decisiva para estimar a probabilidade de recuperação (POPPENGA, 2013).
4 formas de prevenir a intoxicação por plantas em gatos e cães
Além de compreender quais são as plantas tóxicas para gatos e cães e como proceder na prática diante de um caso de intoxicação, é essencial pensar em medidas de prevenção. Para isso, é importante que o médico-veterinário instrua algumas medidas aos responsáveis pelo pet, como:
- pesquisar a espécie da planta antes de adquiri-la;
- não ter plantas tóxicas para cães e gatos em casa;
- manter plantas potencialmente tóxicas fora do alcance do pet;
- ter cuidado ao passear com o animal, não deixando-o ter contato ou ingerir plantas desconhecidas.
Responsáveis também devem compreender os riscos da intoxicação para gatos e cães
Além de orientar sobre quais plantas são tóxicas para gatos e cães e ressaltar a importância de manter tais itens fora do alcance dos animais, visando evitar acidentes toxicológicos, cabe ainda ao médico-veterinário alertar os responsáveis de forma clara sobre os riscos da intoxicação.
É primordial, por exemplo, a instrução em relação ao tempo de atendimento do animal no caso de suspeita ou ingestão da planta tóxica. Quanto mais cedo o animal começa a ser monitorado pelo médico-veterinário, melhor será o prognóstico de recuperação.
Resumindo, intoxicação é uma emergência e deve ser tratada dessa forma, tanto por profissionais quanto por tutores.
Perguntas frequentes sobre plantas tóxicas para gatos e cães
Abaixo, resumimos nosso artigo e destacamos as dúvidas mais buscadas sobre plantas tóxicas para gatos e cães.
Lírio é tóxico para cães e gatos?
Sim. Para gatos, o lírio é altamente tóxico e pode causar insuficiência renal aguda. Em cães, está mais relacionado a sinais gastrointestinais.
Azaleia é tóxica para gatos e cães?
Sim. Azaleia contém grayanotoxinas, substância que pode causar vômito, sialorreia, arritmias e risco neurológico.
Espada-de-são-Jorge é tóxica para cães e gatos?
Sim. A Espada-de-são-jorge é tóxica pois possui saponinas que provocam gastroenterite, vômito e hipersalivação.
Mamona é tóxica para cães e gatos?
Sim. Mamona é altamente tóxica devido à ricina, podendo causar gastroenterite hemorrágica, convulsões e risco de morte.
Costela-de-adão é tóxica para cães e gatos?
Sim. A planta contém oxalato de cálcio insolúvel, causando dor intensa oral, edema e sialorreia.
Dracena é tóxica para cães e gatos?
Sim. Dracena é também é uma planta tóxica e pode causar vômito, diarreia e letargia.
A planta Antúrio é tóxica para cães e gatos?
Sim. Antúrio contém oxalatos insolúveis e irrita intensamente mucosas de gatos e cães.
Samambaia é tóxica para cães e gatos?
Sim. Algumas espécies podem causar distúrbios gastrointestinais e alterações hematológicas. Porém a intoxicação por samambaia não costuma acontecer de forma aguda, mas sim progressiva, por exposição prolongada.
Pé de café é tóxico para cães e gatos?
Sim. Grãos e folhas contêm metilxantinas, causando vômito, agitação e taquicardia.
Limoeiro é tóxico para cães e gatos?
Sim. Partes da planta contêm óleos essenciais e psoralenos, causando irritação e sinais gastrointestinais.
Pé de amora é tóxico para cães e gatos?
Pé de amora não é considerado tóxico para cães e gatos.
Pé de manga é tóxico para cães e gatos?
Pé de manga não é classificado como tóxico, embora suas folhas e casca possam causar irritação leve em animais sensíveis.
Pé de abacate é tóxico para cães e gatos?
Sim. Folhas e casca do pé de abacate contêm persina, podendo causar sinais gastrointestinais e, em grandes quantidades, complicações mais graves.
Como tratar cachorro intoxicado por planta?
O tratamento deve ser feito o mais rápido possível, pelo médico veterinário, de acordo com o componente ingerido.
Como tratar gato intoxicado por planta?
O tratamento é de suporte imediato, realizado pelo médico-veterinário e inclui estabilização, controle de sinais clínicos, descontaminação conforme o caso e terapia específica baseada na toxina envolvida.
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Referências:
ASPCA. Poisonous Plants. Disponível em: https://www.aspca.org/pet-care/animal-poison-control/toxic-and-non-toxic-plants. Acesso em: 18 nov. 2025.
BIODIVERSITY4ALL. Plantas. Disponível em: https://www.biodiversity4all.org/taxa/56739-Ricinus-communis. Acesso em: 19 nov. 2025.
FDA. Potentially Dangerous Items for Your Pet. 2023. Disponível em: https://www.fda.gov/animal-veterinary/animal-health-literacy/potentially-dangerous-items-your-pet. Acesso em: 18 nov. 2025.
GÓRNIAK, S. Plantas tóxicas ornamentais. In: SPINOSA, H.S.; GÓRNIAK, S.; PALERMO-NETO, J. Toxicologia aplicada a Medicina Veterinária. Barueri: Manole, 2008.
MARKERT, C. et al. A retrospective evaluation of confirmed and suspected poisonings in 166 cats between 2016 and 2020. Vet. World, v.16, n.9, 2023. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37859962/. Acesso em: 18 nov. 2025.
POPPENGA, R.H. Emergências Toxicológicas. In: Manual BSAVA de Emergência e Medicina Intensiva em Cães e Gatos. São Paulo: MedVet, 2.ed., 2013.
RIBEIRO, C.A.M. Intoxicações. In: RABELO, R. Emergência de Pequenos Animais – Condutas clínicas e cirúrgicas no paciente grave. Rio de Janeiro: Elsevier, 1ed., v.1, p. 552-563, 2012.
SANTOS, G.V. et al. Intoxicação por plantas ornamentais em cães e gatos. Pubvet, v.19, n.06, 2025. Disponível em: https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/4170. Acesso em: 18 nov. 2025.
SIROKA, Z. Toxicity of House Plants to Pet Animals. Toxins, v.15, n.5, 2023. Disponível em: https://www.mdpi.com/2072-6651/15/5/346. Acesso em: 18 nov. 2025.
