Nutrição e alimentação para cães filhotes

Nutrição e alimentação para cães filhotes

A nutrição adequada em cada etapa da vida do filhote é essencial para garantir boas condições durante seu crescimento. Tanto a cadela quanto os filhotes devem ter manejos adequados durante a gestação e pós parto; saiba mais

Os filhotes possuem necessidades proteicas e energéticas superiores aos cães adultos, e é preciso atenção à alimentação e à nutrição desses animais antes mesmo do nascimento, ainda na gestação. Neste período, a cadela necessita de alguns cuidados essenciais para a fase reprodutiva, que são diferentes dos animais em fase de manutenção basal (PINOW, 2021).

A alimentação nutritiva influencia diretamente na saúde da cadela, visando manter o peso corporal ideal e os índices de nutrientes em níveis satisfatórios, uma vez que a desnutrição e a obesidade podem causar graves consequências para a saúde da cadela e dos filhotes (PINOW, 2021).

A cadela deve estar saudável para ter uma gestação de qualidade, evitando complicações no parto, abortos e outros problemas, além de proporcionar saúde aos filhotes.

A ninhada é totalmente dependente dos cuidados maternos no período neonatal, já que não possui imunidade desenvolvida. Além disso, durante essa fase a alimentação ocorre totalmente através da amamentação (com a ingestão do colostro e posteriormente o leite materno). Com o desmame, ocorre a transição gradual para os alimentos sólidos que podem ser secos e/ou úmidos, contendo em sua formulação ingredientes com proporções corretas e de alta qualidade, como proteínas, lipídeos, carboidratos e minerais que são essenciais para as necessidades vitais do filhote e seu desenvolvimento saudável (PINOW, 2021).

Neste artigo veremos que a alimentação canina requer cuidados especiais de acordo com cada fase do desenvolvimento do cão. Confira a seguir os detalhes de como deve ser a alimentação para cães filhotes.

Atenção na gestação e no pré-natal

A gestação canina dura aproximadamente 58-68 dias. Para que o crescimento do feto ocorra de forma adequada, os cuidados com a alimentação dos cães filhotes já devem começar durante o período gestacional. Ou seja, para obter boas condições corpóreas para a reprodução e desenvolvimento dos fetos, a fêmea necessita de manejos apropriados, incluindo o nutricional.

O crescimento fetal se dá, principalmente, após cinco semanas do início da gestação. Neste período, ocorrem diversas alterações fisiológicas no organismo da gestante, como o aumento expressivo da demanda metabólica (KROLOW et al, 2021).

Portanto, a cadela deve consumir alimentos completos e balanceados, que contenham em sua formulação certos componentes que são essenciais. Entre os principais estão: água, alto teor de proteínas, lipídios, vitaminas (como do complexo B – ácido fólico, vitamina B2, B6 e B12), minerais (como o ferro, cobre, cobalto e zinco quelatados), cálcio, ômega 3 e 6, carboidratos solúveis e fibras (KROLOW et al, 2021).

Tanto para as lactantes quanto para as fêmeas prenhes, o ácido fólico é uma vitamina primordial, pois contribui para a redução do risco de lesões no tubo neural do feto. O nutriente também previne diversas afecções, contribuindo inclusive para o desenvolvimento do DNA e para a formação da placenta.

A alimentação nutritiva ainda possui importantes funções para o animal, como obtenção da energia, síntese de tecidos, hormônios, enzimas e outros. Ela também deve suprir todas as necessidades gestacionais da fêmea, garantindo o bom funcionamento e manutenção do organismo, contribuindo para o crescimento, metabolismo, recuperação de doenças e qualidade de vida do animal (KROLOW et al, 2021)..

Além do tipo e da formulação do alimento, os níveis mínimos e máximos de nutrientes, vitaminas ou minerais, bem como a quantidade oferecida à fêmea, devem ser observados. Caso sejam inadequados ou insuficientes, podem desencadear diversas afecções e problemas de saúde, como anemia, desnutrição, sobrepeso e obesidade, toxicidade, complicações no parto e até mesmo o óbito dos filhotes e/ou da mãe (KROLOW et al, 2021).

Para o desenvolvimento do embrião e do feto, a alimentação inadequada da fêmea pode resultar em malformações, abortos, distocias, reabsorção embrionária, retardo no crescimento intra-uterino e imunossupressão (KROLOW et al, 2021).

O acompanhamento do Médico-Veterinário durante o pré-natal é recomendado para todas as cadelas gestantes, sendo possível prevenir, diagnosticar e tratar possíveis complicações precocemente. Por isso, as consultas de acompanhamento gestacional devem ser periódicas, de acordo com a recomendação do profissional que está acompanhando o caso.

Também podem ser solicitados exames laboratoriais durante o período gestacional para acompanhamento. Entre eles os principais são: hemograma, análises bioquímicas, dosagens hormonais, raio-x e as ultrassonografias. Caso seja observado que a alimentação fornecida não está suprindo as necessidades nutricionais da cadela e dos filhotes, a troca para um alimento de qualidade superior ou uma dieta específica pode ser recomendada, bem como o uso de suplementos que podem ser prescritos para a cadela pelo profissional.

Neonatos: os cuidados com a nutrição no primeiro mês

Durante a gestação e em período de lactação é recomendado fornecer alimentos fracionados e em múltiplas porções ao longo do dia para a cadela. Assim, a fêmea pode ingerir a quantidade necessária de alimento e nutrientes, prevenindo a ocorrência de distocias, problemas no puerpério ou na lactação. A ingestão de alimentos amplamente energéticos também assegura uma síntese láctea adequada.

O fornecimento de água fresca e em quantidade suficiente também é de suma importância. Além de manter a hidratação do animal, a cadela requer maior aporte hídrico durante a fase para manter uma boa produção de leite.

O período neonatal se estende desde o nascimento dos filhotes até aproximadamente três semanas de vida. Neste momento, os neonatos são totalmente dependentes dos cuidados e nutrição vindos da mãe.

No nascimento, os filhotes devem ter entre 1% e 5% do peso esperado do cão adulto. Com a amamentação, eles começam a ganhar peso rapidamente, sendo entre 2 e 4 gramas por dia para cada quilograma do cão adulto da mesma raça/porte.

Imediatamente após o nascimento, os neonatos devem estar em ambiente seguro, com proteção de temperatura e devem ser guiados para a fonte de alimentação e cuidados, que serão realizados pela mãe. Nas primeiras horas após o parto, geralmente dentro das primeiras 12-16 horas, os filhotes irão ingerir o colostro, que é uma substância produzida somente pela mãe e possui altíssimos índices de imunoglobulinas do tipo IgA (KROLOW et al, 2021).

O colostro é a primeira fonte de anticorpos dos filhotes devido a sua elevada proporção de IgA, sendo uma “versão” do leite materno rica em imunoglobulinas essenciais para o desenvolvimento da imunidade do neonato. Portanto, existem diferenças significativas no perfil nutricional (níveis de proteínas, lipídeos, carboidratos e minerais) do colostro e do leite materno (KROLOW et al, 2021).

Neste período, é importante que o tutor leve a cadela à consulta veterinária para uma avaliação clínica. O profissional pode coletar informações de acordo com cada caso, como dados sobre manejo nutricional e ambiental, através da anamnese, além de solicitar exames que permitirão identificar possíveis hipovitaminoses e outras coisas.

Nutrição do neonato órfão

Nos primeiros 45 dias de vida do cão, a alimentação deve ser exclusivamente por leite materno. Mas, em alguns casos, a amamentação materna pode ser interrompida. Alguns exemplos são:

  • a ninhada pode ser muito numerosa, não tendo produção suficiente para todos os indivíduos;
  • baixa produção de leite;
  • a cadela pode ter alguma afecção que a impeça de amamentar;
  • a cadela pode ir à óbito;
  • rejeição da ninhada pela mãe;
  • outros.

Embora não exista um substituto sintético para o colostro e para o leite materno, em caso de filhotes órfãos, o uso do sucedâneo é indicado para nutri-los logo após o nascimento. Além disso, há versões de leites no mercado pet que podem ser utilizados durante a amamentação. Ainda pode ser indicada a busca por uma mãe adotiva.

O leite de vaca não é indicado para esses casos, pois pode causar diarreia e outros problemas de saúde no neonato, incluindo o óbito.

Afecções neonatais em cães

Alguns fatores como a alimentação pouco nutritiva oferecida à cadela durante a gestação e erros no manejo ambiental podem resultar em diversas afecções neonatais em cães que ainda não possuem capacidade imunológica e termorreguladora bem desenvolvidas (SOUZA et at, 2017).

As causas não-infecciosas das principais afecções incluem hipóxia, prematuridade, hipotermia, hipoglicemia, doenças genéticas, traumas e intoxicações. Dentre as causas infecciosas, as principais incluem as infecções bacterianas, virais e parasitárias, sendo geralmente as doenças bacterianas as mais preocupantes devido ao seu potencial de agravamento (SOUZA et at, 2017).

Por serem muito frágeis, sem os manejos adequados, os neonatos podem vir a óbito. Alguns cuidados são primordiais, tais como:

  • O colostro e o leite materno são muito nutritivos e essenciais para o desenvolvimento do filhote e, principalmente, para a melhora do sistema imunológico. Filhotes que não ingerem o colostro podem ter problemas não só durante o período, mas ao longo da vida, uma vez que a imunidade do animal será prejudicada.
  • Os neonatos nascem com os olhos fechados e dormem na maior parte do tempo, se orientando pelo cheiro e pelo toque da mãe e da ninhada para encontrar calor e se manterem protegidos. Por isso, é indicado que a caixa/local de parto esteja em ambiente arejado com temperatura entre 29,5 e 32 ºC, podendo diminuir para 26,7 ºC entre o 7º e 10º dia do nascimento.
  • O local deve ter entre 65% a 70% de umidade para estimular a respiração autônoma do neonato. Neste caso, o tutor pode colocar algumas tigelas de água ou um umidificador no ambiente em que fica a caixa de parto para manter a umidade no local (localizados estrategicamente, para que a água não entre em contato direto com os filhotes e a mãe).

Desmame do cão filhote

O desmame é um período crucial, já que o filhote começa a adquirir a independência materna. A fase ocorre geralmente com cerca de 45 dias de vida. Os filhotes começam a demonstrar maior interesse pelos alimentos consumidos por suas mães e, então, ocorre a introdução gradual dos alimentos sólidos na dieta.

Com o desmame, os cuidados maternos tendem a diminuir, assim como a produção do leite materno. É importante que a alimentação da cadela seja observada neste momento pelo Médico-Veterinário, evitando quadros de sobrepeso e obesidade para a mãe.

Os alimentos sólidos para os filhotes devem ter formulação específica, sendo rica em nutrientes e cálcio, inclusive visando contribuir para o crescimento dos dentes decíduos. Os alimentos também devem atender as necessidades individuais do cão filhote, sendo adaptado para o seu período de crescimento e para o desenvolvimento das funções digestivas do filhote.

A ROYAL CANIN® oferece alimentos personalizados e que atendem às necessidades individuais dos filhotes de todas as raças, tamanhos e estilos de vida, como detalharemos a seguir.

Necessidades nutricionais no crescimento e desenvolvimento

Em cada fase do desenvolvimento do filhote, há necessidades nutricionais diferentes para o seu crescimento saudável. Já os cães adultos precisam de alimentos que visam fornecer energia, vitalidade e manutenção geral da saúde e peso.

Primeira fase – do nascimento até os 4 meses

Na primeira fase da vida do filhote, o sistema imunológico ainda não se desenvolveu completamente.

A amamentação através do colostro e do leite materno fornecem níveis de proteínas, lipídeos, carboidratos e minerais que são essenciais para as necessidades vitais do filhote e seu desenvolvimento saudável, principalmente relacionados à imunidade.

A partir de 45 dias de vida, quando se inicia a fase de desmame e introdução de alimentos sólidos, os anticorpos maternos começam a diminuir e o filhote pode ficar mais vulnerável a contrair certos tipos de vírus e bactérias, já que neste período ocorre essa janela imunológica.

Segunda fase – dos 4 até os 12 meses

As vacinas V8 ou V10 são recomendadas para os cães filhotes, devendo receber a primeira dose quando tiverem cerca de 6 semanas de vida, totalizando três doses com intervalos médios de 21 dias. Após o ciclo completo de vacinação, o organismo do animal irá produzir os anticorpos do tipo IgG, prevenindo possíveis afecções como cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina e algumas cepas causadoras de leptospirose. A WSAVA (Global Veterinary Community) disponibiliza em seu site guidelines de protocolos de vacinação para cães e gatos.

A vacina antirrábica é de dose única e deve ser aplicada ao final do ciclo vacinal, ou seja, após a 3ª dose da V8 ou V10.

Ou seja, na segunda fase da vida do filhote, o sistema imunológico já está mais desenvolvido e as necessidades nutricionais mudam, pois o animal já está quase na fase adulta.

Os alimentos secos e úmidos ROYAL CANIN® Puppy e Kitten fornecem uma nutrição específica e adaptada para as necessidades de cada filhote. A versão do alimento Puppy visa fornecer ao filhote canino o fortalecimento do sistema imunológico, desenvolvimento cerebral e suporte do microbioma. Além disso, a versão úmida possui textura macia para os dentes de leite. Esses alimentos são indicados para cães de 2 a 15 meses, dependendo do porte do cão.

Alimentos Royal Canin para cães filhotes

Geralmente próximo do primeiro ano de vida do animal, ocorre a transição das versões de alimento de filhote para o de adulto. Neste período, os dentes decíduos serão substituídos pela dentição definitiva completa e as necessidades nutricionais do pet também sofrem mudanças, deixando de priorizar o seu crescimento e desenvolvimento, já que estão desenvolvidos e agora suas necessidades energéticas são voltadas para manutenção.

Além disso, o uso prolongado de versões de alimentos para filhotes sem a real necessidade pode causar sobrepeso, já que filhotes possuem uma maior demanda energética, portanto esses alimentos são mais calóricos.

Alimentação e nutrição específicas

Cada fase do desenvolvimento do cão demanda de necessidades nutricionais diferentes, relacionadas a diversos fatores, como a genética do animal, existência ou predisposição da raça para determinadas afecções, entre outros.

É preciso observar quais são as recomendações nutricionais dos cães de acordo com o porte e a raça para uma melhor adequação da dieta.

Porte do cão

A nutrição do filhote não se refere apenas a quantidade de alimento que o animal consome, mas está relacionada também ao tipo, formato e tamanho do alimento. Além disso, deve atender as necessidades individuais do pet conforme sua raça, porte, estilo de vida e fases do seu desenvolvimento.

Mesmo que sejam da mesma raça, os indivíduos são diferentes e, portanto, devem ser avaliados de forma individual. Por exemplo, dois cães da mesma raça podem ter gastos energéticos distintos caso um deles seja mais ativo do que o outro. Porém, outros fatores também influenciam, como a rotina, a idade do animal, raça, porte, predisposição genética a doenças e outros.

Vejamos as principais diferenças no tipo de alimento de acordo com o porte do cão (KROLOW et al, 2021):

  • Porte pequeno: os grãos dos alimentos secos são menores, facilitando a ingestão. A conclusão do crescimento e desenvolvimento muscular pode ocorrer até os 10 meses de idade. Além disso, o metabolismo desses animais é mais acelerado e portanto possuem maior demanda energética do que os cães de grande porte.
  • Porte grande e gigante: os grãos dos alimentos secos são maiores. O processo total de crescimento e desenvolvimento muscular pode ocorrer até os 15 meses de idade. O metabolismo desses animais é mais lento e para evitar problemas relacionados ao sobrepeso e sobrecarga das articulações, a alimentação deles geralmente inclui maior quantidade de cálcio e menos proteínas e gorduras do que a das raças pequenas por exemplo.

A ROYAL CANIN® possui em seu portfólio alimentos específicos para os diferentes portes, visando oferecer o suporte nutricional específico para cada indivíduo. Há, por exemplo, o Mini Puppy, para filhotes de pequeno porte, até o Giant, para filhotes caninos de porte gigante.

Raça do filhote

Algumas raças de cães possuem certas particularidades nutricionais, pela maior predisposição a certas doenças ou problemas, como:

  • alopecia, dermatites, alergias e inflamações nas glândulas sebáceas: acomete com maior frequência cães das raças Yorkshire, Poodle, Golden Retriever, Pitbull, Labrador e outras;
  • dificuldade de absorver zinco e hipotireoidismo: Husky Siberiano e outras;
  • proliferação de fungos: SharPei, Poodle e outras.

Algumas raças como Cocker Spaniel Americano, Shit Tzu, Setter Inglês, West Highland White Terrier, Dachshund e outras, necessitam de cuidados muito específicos, pois podem ser mais vulneráveis a doenças dermatológicas como a malassezia.

Algumas raças também podem ter a genética mais propícia para um risco maior de desenvolvimento da obesidade. Dentre elas, podemos citar:

  • porte pequeno: Pug, Dachshund, Cavalier King Charles, Scottish Terrier e outras;
  • porte médio: Beagle, Cocker Spaniel, Basset Hound e outras;
  • porte grande: Labrador Retriever, Collie, Golden Retriever, Rottweiler e outras;
  • porte gigante: Bernese, Terra Nova, São Bernardo e outras.

O uso do alimento ideal para cada indivíduo auxilia na prevenção de doenças e problemas, conforme exemplos citados acima.

O papel da nutrição para os filhotes

O acompanhamento clínico da cadela e dos filhotes é primordial para evitar, identificar, diagnosticar e tratar afecções e outros problemas de saúde que possam surgir durante a maternidade, desafiando o Médico-Veterinário. Cabe ao profissional orientar o tutor sobre as formas corretas de manejo nutricional dos filhotes e da mãe conforme cada etapa da vida deles. Vale ressaltar que, seguir as recomendações alimentares diárias proporciona uma vida mais saudável ao pet.

Prevenção da obesidade canina

Para prevenir o sedentarismo, sobrepeso, insuficiência cardíaca e outras doenças associadas à obesidade, é essencial oferecer alimentos nutritivos ao cão desde o início da vida, permitindo adquirir hábitos alimentares mais saudáveis, além de proporcionar qualidade de vida e bem-estar.

Além das afecções relacionadas à obesidade, o cão pode ter dificuldades respiratórias e também para levantar, se locomover e etc. Essas situações podem gerar estresse no animal e de acordo com a doença associada e sua extensão, o animal pode sentir dores agudas ou crônicas, além de outros tipos de desconfortos.

Vale ressaltar que os alimentos da ROYAL CANIN® proporcionam diversos benefícios para a saúde do cão e pode aumentar a longevidade do pet, pois são completos e ricos em nutrientes e minerais, tendo baixo teor de gordura e sódio. Use a Calculadora para Prescrições para verificar qual é o tipo ideal de alimento para os seus pacientes a quantidade diária recomendada.

Referências bibliográficas

PINOW, Ana Clara Silva. et al. Exigências nutricionais de cães filhotes: Revisão. PUBVET, v. 15, n. 05, p. 01-11, 2021. Disponível em: https://web.archive.org/web/20210610085714id_/http://www.pubvet.com.br/uploads/c9b10b4a64f7c6f07d4c654836d8b0cb.pdf. Acesso em: 14 jun. 2022.

KROLOW, Mariana Timm. et al. A importância do planejamento nutricional na alimentação de cães e gatos domésticos ao longo de seu ciclo biológico: Uma revisão. Research, Society and Development, v. 10, n. 09, p. 01-16, 2021. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/18341. Acesso em: 14 jun. 2022.

SOUZA, Tayse Domingues. et al. Mortalidade fetal e neonatal canina: etiologia e diagnóstico. Rev. Bras. Reprod. Anim., v. 41, n. 02, p. 639-649, 2017. Disponível em: http://www.cbra.org.br/portal/downloads/publicacoes/rbra/v41/n2/p639-649%20(RB696).pdf. Acesso em: 14 jun. 2022.