Platinosomose felina: saiba tudo sobre a afecção conhecida como "doença da lagartixa"
Links rápidos:
- O que é a platinosomose felina?
- Transmissão da platinosomose e o ciclo da doença
- Principais sinais clínicos de platinosomose em felinos
- Diagnóstico diferencial de platinosomose felina: quais doenças devem ser investigadas?
- Etapas do diagnóstico de platinosomose nos gatos
- Como é feito o tratamento para a platinosomose felina
- Perguntas e respostas sobre a platinosomose (doença da lagartixa)
- Ciência, tradição e cuidado definem a trajetória de mais de 50 anos da Royal Canin® em prol da saúde e do bem-estar animal
A platinosomose felina pode acometer severamente a saúde do seu paciente. Saiba mais sobre essa infecção e entenda como orientar tutores de gatos.
A platinosomose é uma parasitose que tem relação direta com o comportamento instintivo de caça de pequenos animais e insetos característico de algumas espécies. A ocorrência dessa afecção é relatada em diversos países, e o seu agente causador possui um ciclo biológico complexo.
Neste conteúdo vamos detalhar a platinosomose felina, mas é importante ressaltar que outras espécies também podem ser infectadas.
Além disso, muitos animais são portadores assintomáticos, mas o desenvolvimento da infestação, com o aumento do número de vermes, pode levar a casos graves, que comprometem severamente o tecido hepático, os ductos biliares e a vesícula biliar.
Veja um panorama completo do que é a platinosomose felina, também conhecida como “doença da lagartixa”, e saiba como abordar casos na rotina clínica.
O que é a platinosomose felina?
A platinosomose felina é uma doença parasitária cujo agente etiológico, o Platynosomum spp é conhecido como “trematódeo hepático do gato”. Acomete principalmente felinos domésticos e selvagens, mas também pode infectar animais de outras espécies, inclusive pets exóticos (SOBRAL et al., 2019).
Essa afecção pode ser assintomática ou causar uma enfermidade de progressão crônica, cuja gravidade está diretamente relacionada ao grau de infestação (quantidade de parasitas), ao tempo de parasitismo e à reação individual do sistema imunológico do animal.
O estilo de vida do animal, confinado ou semiconfinado, e o instinto caçador também influenciam na prevalência da platinosomose felina. Existem relatos de ocorrência da platinosomose em gatos em diversos países, principalmente os localizados em regiões de clima tropical e subtropical. No Brasil, foi descrita uma prevalência de 26.90% na cidade de Cuiabá, Mato Grosso (LIMA et al., 2021) e de 33.3% em Araguaína, Tocantins (SOBRAL et al, 2019).
Conhecendo o agente causador da platinosomose felina
O agente causador da platinosomose felina é o parasita Platynosomum spp, pertencente à família Dicroeliidae do filo Platyhelminthes, que acomete o sistema hepático de gatos domésticos (ANDRADE et al., 2012).
Esse trematódeo (verme) possui corpo achatado, em formato de folha. O tamanho do Platynosomum adulto pode variar de 4 a 8mm no comprimento e de 1,2 a 2,5mm na largura. Já seus ovos operculados, contendo miracídios, possuem coloração marrom e medem de 34 a 50μm de comprimento por 20 a 35μm de largura (NORSWORTHY, 2009).
Nos felinos, o parasita geralmente se localiza no fígado, nos ductos biliares e na vesícula biliar, resultando no aparecimento de uma afecção hepática. Porém, também pode acometer o pâncreas, o intestino delgado e os pulmões (LIMA et al., 2021).

Prognóstico e possíveis complicações
O prognóstico da platinosomose felina é variável e depende da intensidade da infecção, do tempo de evolução da doença e das alterações hepáticas instaladas. Animais com infecções leves podem permanecer assintomáticos por longos períodos, mas em casos de infecção crônica ou com alto parasitismo, o prognóstico torna-se reservado a desfavorável, devido ao risco de complicações graves (SOBRAL et al., 2019; BRAGA et al., 2016).
O parasitismo intenso do Platynosomum spp leva à inflamação crônica dos ductos biliares, podendo resultar em colangite esclerosante e fibrose hepática, afecções que comprometem a função do fígado e favorecem a progressão para insuficiência hepática crônica (NORSWORTHY, 2009; ANDRADE et al., 2012).
A platinosomose em gatos também pode estar relacionada ao desenvolvimento de doença cística hepática, caracterizada pela formação de múltiplos cistos hepáticos associados à presença de trematódeos. Essas alterações estruturais comprometem a arquitetura hepática e podem agravar a disfunção orgânica (XAVIER et al.,2007).
Transmissão da platinosomose e o ciclo da doença
Como já vimos, o agente causador da platinosomose felina é o parasita Platynosomum spp. Para completar o seu ciclo, esse parasita necessita de três hospedeiros intermediários e um hospedeiro definitivo, que é o gato.
O ciclo biológico acontece da seguinte forma: o animal com platinosomose felina elimina ovos do parasita em suas fezes, de forma esporádica, contaminando o ambiente. Esses ovos, contendo miracídios (formas ciliadas), são ingeridos pelo caramujo aquático (Sublima octona), primeiro hospedeiro intermediário (CAPC, 2019; EISENBRAUN et al., 2020).
Os miracídios são então liberados e, após alguns dias, transformam-se em cercárias (forma aciliar) contendo esporocistos. Artrópodes como o tatu de jardim e o besouro (segundo hospedeiro intermediário) irão se contaminar com essas cercárias, que sofrerão maturação, gerando as metacercárias (NORSWORTHY, 2009; PINTO et al., 2017).
Posteriormente, o isópode é ingerido por um terceiro hospedeiro intermediário, que pode ser um réptil ou anfíbio (lagartixas ou sapos, por exemplo). É no ducto biliar ou na vesícula biliar desse hospedeiro que as metacercárias se encistam (NORSWORTHY, 2009; CAPC, 2019).
Concluindo, os gatos, instintivamente caçadores, contaminam-se principalmente através da ingestão de lagartixas portadoras do Platynosomum. Por isso, a platinosomose felina também é conhecida popularmente como “doença da lagartixa” (SOBRAL et al., 2019; LIMA et al., 2021).
No organismo desses animais, as metacercárias migram para a vesícula e ductos biliares, onde irão se desenvolver em trematódeo adulto após 8 a 12 semanas. Assim, inicia-se a eliminação de ovos, que chegam ao intestino através da bile, reiniciando o ciclo (CAPC, 2019).

Além do gato: outros animais que podem adquirir a platinosomose
Além dos gatos domésticos, a platinosomose também pode ser diagnosticada em outros animais. Dentre eles, podemos citar gatos selvagens e outras espécies de animais silvestres, tais como gambá (Didelphis marsupialis), cuica (Marmosa sp.), furão-pequeno (Galactis cuja), ferret (Mustela putorius), orangotango (Pongo pygmaeus) e a raposa ruiva (Vulpes vulpes) (SOBRAL et al., 2019). O Platynosomum pode, inclusive, acometer pequenos primatas, como o sagui (Callithrix sp.) (PINTO et al., 2017).
Vale ressaltar que algumas dessas espécies são consideradas pets não convencionais (silvestres e exóticos) e estão se tornando cada vez mais comuns em ambientes domésticos.
Sendo assim, é essencial que o médico-veterinário esteja ciente sobre quais das espécies que estão presentes em seu atendimento clínico podem ser acometidas pela platinosomose para, além de conduzir possíveis casos corretamente, saber como orientar os tutores de pets convencionais e não-convencionais, esclarecendo todas as medidas preventivas para essa enfermidade.
Principais sinais clínicos de platinosomose em felinos
Com sabemos do papel dos gatos nessa doença, é importante compreender como ela se manifesta nos animais dessa espécie. Portanto, dentre os sinais clínicos da platinosomose felina podem citar (SOBRAL et al., 2019; BRAGA et al., 2016; NORSWORTHY, 2009):
- icterícia;
- anorexia;
- letargia;
- emagrecimento;
- vômito;
- diarreia;
- distensão abdominal;
- ascite;
- hepatomegalia.
Diagnóstico diferencial de platinosomose felina: quais doenças devem ser investigadas?
O diagnóstico da platinosomose felina, também conhecida como “doença da lagartixa”, representa um desafio clínico devido à inespecificidade dos sinais clínicos e à semelhança com outras enfermidades hepatobiliares e gastrointestinais. Dessa forma, é importante que o médico-veterinário considere outras afecções no diagnóstico diferencial, tais como:
- doenças hepatobiliares inflamatórias (ex.: colangite linfocítica ou neutrofílica);
- neoplasias hepatobiliares (ex.: colangiocarcinomas);
- doenças parasitárias e infecciosas (ex.: toxoplasmose);
- lipidose hepática.
Etapas do diagnóstico de platinosomose nos gatos
Já o diagnóstico da platinosomose felina requer abordagem estruturada e criteriosa. Os sinais clínicos frequentemente são inespecíficos, como já vimos. Diante disso, a confirmação da afecção depende da integração entre anamnese, exame físico e exames complementares gerais e específicos.
Detalhamos cada etapa a seguir:
1. Anamnese e exame físico
A anamnese detalhada é o primeiro passo da suspeita diagnóstica. Deve-se investigar a ocorrência de manifestações clínica e os hábitos de caça, especialmente a ingestão de lagartixas e anfíbios, principais fontes de infecção (SOBRAL et al., 2019; LIMA et al., 2021).
No exame físico, é comum a presença de icterícia, emagrecimento progressivo, letargia, hepatomegalia e ascite (BRAGA et al., 2016; NORSWORTHY, 2009).
2. Exames complementares
Após a anamnese e o exame físico, os exames complementares assumem papel central na confirmação do diagnóstico da platinosomose em gatos. Assim, o profissional deve fazer uma associação entre métodos parasitológicos específicos e exames de suporte que avaliem o impacto sistêmico da enfermidade.
Saiba mais sobre os exames que podem contribuir para o diagnóstico da platinosomose felina.
Coproparasitológico para pesquisa de ovos pesados
O exame coproparasitológico com método de sedimentação para pesquisa de ovos pesados é considerado o padrão-ouro para o diagnóstico da platinosomose (CAPC, 2019; EISENBRAUN et al., 2020).
A detecção baseia-se na identificação dos ovos do trematódeo nas fezes do animal. Contudo, sua sensibilidade é limitada, pois a eliminação dos ovos ocorre de forma intermitente, e animais com baixa carga parasitária podem apresentar resultados falso-negativos (EISENBRAUN et al., 2020).

É fundamental que o médico-veterinário especifique o método de sedimentação na requisição, visto que o exame direto só será positivo em infecções com alto parasitismo, levando a subdiagnóstico em muitos casos (CAPC, 2019).
Exames hematológicos
O hemograma e a bioquímica sérica não confirmam o diagnóstico de platinosomose felina, mas fornecem informações importantes sobre o impacto sistêmico da afecção.
Os principais achados laboratoriais incluem aumento das enzimas hepáticas, especialmente ALT e FA, hiperbilirrubinemia e, em alguns casos, anemia não regenerativa (BRAGA et al., 2016; SOBRAL et al., 2019).
Exame ultrassonográfico
A ultrassonografia abdominal é uma grande aliada para detectar a gravidade das alterações hepáticas e biliares ocasionadas pela platinosomose felina, podendo evidenciar espessamento das paredes dos ductos biliares, dilatação da vesícula biliar, hepatomegalia (XAVIER et al., 2007).
Em alguns casos, é possível visualizar a presença de estruturas filiformes hiperecogênicas no interior da vesícula biliar distendida, sugerindo que sejam trematódeos de Platynosomum. Além disso, o ultrassom indicará a necessidade de uma intervenção cirúrgica quando houver obstrução dos ductos biliares (ANDRADE et al., 2012).
Embora não seja conclusiva para o diagnóstico definitivo, a ultrassonografia auxilia na diferenciação de outras hepatopatias, como colangite, neoplasias e lipidose hepática, além de guiar procedimentos como biópsias hepáticas (NORSWORTHY, 2009; CAPC, 2019).
Como é feito o tratamento para a platinosomose felina
O tratamento da platinosomose felina (doença da lagartixa) é desafiador e envolve tanto a eliminação do parasita quanto o manejo das complicações hepáticas e biliares decorrentes da infecção crônica. O protocolo terapêutico deve ser individualizado de acordo com a carga parasitária, o estado clínico do paciente e a gravidade das alterações hepáticas (EISENBRAUN et al., 2020).
O medicamento indicado para essa afecção é o praziquantel, sendo utilizado em alta dosagem (20mg/kg por via oral) por 3 dias consecutivos. Recomenda-se, também, que este protocolo seja repetido após 12 semanas da última administração (CAPC, 2019).
LATHROUM, C.N. et al. (2018) avaliaram a eficácia do praziquantel em dois regimes de tratamento de felinos infectados naturalmente por Platynosomum fastosum, através da utilização da contagem de vermes post mortem.
Um grupo recebeu um tratamento de alta dose (20 mg/kg), administrado intramuscularmente (IM) uma vez ao dia por três dias consecutivos, enquanto outro grupo recebeu um tratamento de baixa dose (5 mg/kg), administrado uma vez (IM) e repetido 14 dias depois. Em ambos os grupos, as contagens de ovos fecais e biliares foram significativamente reduzidas após os tratamentos.
Porém nenhum dos tratamentos foi 100% eficaz para a contagem de parasitas post mortem – uma vez que 3 dos 6 gatos que receberam o tratamento com alta dose ainda tinham vermes vivos, em baixa quantidade, no post mortem, enquanto todos os 6 gatos do grupo que recebeu baixa dose de praziquantel tinham vermes vivos no post mortem.
Além da terapia para o Platinosomum, a antibioticoterapia (amoxicilina com ácido clavulônico, metronidazol) pode ser necessária para evitar ou combater infecções secundárias no fígado. Também pode ser preciso corrigir desidratação e desequilíbrio eletrolítico em quadros mais graves (BRAGA et al., 2016).
Fármacos hepatoprotetores, como a S-adenosilmetionina (SAMe) e a silimarina, podem auxiliar na redução do estresse oxidativo e na regeneração hepatocelular (SOBRAL et al., 2019).
O monitoramento ultrassonográfico do paciente com platinosomose felina é importante para detectar casos de obstruções biliares completas, indicativo de possíveis intervenções cirúrgicas.
Alimentação do paciente acometido
Junto a todos os procedimentos citados anteriormente, o médico-veterinário deve garantir a manutenção da alimentação do gato, oferecendo nutrientes de alta digestibilidade e fácil digestão para que esse organismo possa se restabelecer, evitando, também, o desenvolvimento de lipidose hepática.
Caso ocorra lipidose hepática e o paciente apresente anorexia, pode ser recomendado o uso do alimento Recovery, que fornece alta densidade energética em pequena quantidade de alimento e pode ser administrada através de seringa ou sonda.
Já quando ocorre a evolução da doença para uma insuficiência hepática, podemos recomendar a alimentação Hepatic Feline, que oferece alto teor energético, baixo teor de cobre e teor adaptado de proteínas de alta qualidade, o que ajuda a minimizar os sinais clínicos associados a essa afecção.

Cuidados preventivos
A prevenção da platinosomose felina baseia-se principalmente na redução do contato dos gatos com os hospedeiros intermediários do parasita, incluindo lagartixas, sapos, rãs, caramujos e alguns insetos aquáticos que são fundamentais para a manutenção do ciclo biológico do Platynosomum (NORSWORTHY, 2009; CAPC, 2019).
No entanto, essa medida apresenta desafios significativos, uma vez que a maioria dos felinos apresenta comportamento instintivo de caça, e o acesso ao ambiente externo aumenta a probabilidade de infecção (SOBRAL et al., 2019; LIMA et al., 2021).
Em animais com acesso ao exterior, recomenda-se a realização periódica de exames coproparasitológicos, utilizando métodos de sedimentação para ovos pesados, a fim de monitorar a exposição ao parasita e possibilitar a detecção precoce de eventual afecção (EISENBRAUN et al., 2020).
O papel do médico-veterinário é fundamental na orientação dos tutores, conscientizando-os sobre os riscos relacionados à caça de pequenos vertebrados e à exposição a ambientes externos, além de instruí-los a comunicar qualquer episódio de caça. Assim, pode-se fazer uma abordagem clínica e terapêutica precoce, evitando o desenvolvimento de uma doença grave.
Perguntas e respostas sobre a platinosomose (doença da lagartixa)
Reunimos, abaixo, as principais dúvidas sobre a platinosomose felina.
Qual o diagnóstico diferencial da platinosomose felina?
Doenças como colangite, lipidose hepática e neoplasias hepatobiliares contemplam o diagnóstico diferencial de platinosomose felina.
Qual exame diagnostica a platinosomose?
Exame coproparasitológico pelo método de sedimentação para pesquisa de ovos pesados é considerado o padrão-ouro no caso da platinosomose, seja em gatos ou em outros animais.
Quais animais transmitem platinosomose?
Embora conhecida como “doença da lagartixa”, a platinosomose também pode ser transmitida por caramujos, caracóis, sapos, rãs, répteis e crustáceos, além da lagartixa.
A platinosomose é uma zoonose?
Não há evidências de transmissão natural da platinosomose para humanos, por isso a doença não é considerada zoonótica.
Apenas os gatos podem pegar platinosomose?
Não. Além dos gatos, outros animais como primatas, ferrets e gambás podem adquirir a platinosomose.
Existem áreas endêmicas de platinosomose?
Sim. A doença é mais frequente em regiões tropicais e subtropicais.
A platinosomose felina tem cura?
Quando diagnosticada precocemente, o tratamento com praziquantel combinado com manejo clínico adequado pode levar à cura da platinosomose.
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Referências:
ANDRADE, R.L.F.S. et al. Platynosomum fastosum – induced cholangiocarcinomas in cats. Veterinary Parasitology, v.190, n.1-2, 2012. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0304401712002130?via%3Dihub. Acesso em: 17 set. 2025.
BRAGA, R.R. et al. Prevalence of Platynosomum fastosum infection in free roaming cats in northeastern Brazil: Fluke burden and grading of lesions. Veterinary Parasitology, v. 227, n.30, 2016. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0304401716302801?via%3Dihub. Acesso em: 17 set. 2025.
CAPC. Guidelines – Platynosomum fastosum. 2019. Disponível em: https://capcvet.org/guidelines/platynosomum-fastosum/. Acesso em: 17 set. 2025.
EISENBRAUN, H. et al. Comparison of fecal analysis methods for the detection of Platynosomum fastosum in naturally infected cats. J. Feline Med. Surg., v.22, n.4, 2020. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31084467/. Acesso em: 17 set. 2025.
LATHROUM, C.N. et al. Efficacy of Praziquantel in the Treatment of Platynosomum fastosum in cats with natural infections. Veterinary Sciences, v.5, n.2, 2018. Disponível em: https://www.mdpi.com/2306-7381/5/2/35. Acesso em: 17 set. 2025.
LIMA, R.L. et al. Platynosomum fastosum in domestic cats in Cuiabá, Midwest region of Brazil. Vet. Parasitol. Reg. Stud. Reports, 2021. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34024362/. Acesso em: 17 set. 2025.
NORSWORTHY, G.D. Trematódeos: hepáticos, biliares e pancreáticos. In: NORSWORTHY, G.D CRYSTAL, M.A.; GRACE, S.F. O Paciente Felino. São Paulo: Rocca, 3ª ed., 2009.
PINTO, H.A. et al. Platynosomum illiciens (Trematoda: Dicrocoeliidae) in Captive Black-Tufted Marmoset Callithrix penicillata (Primates: Cebidae) from Brazil: A Morphometric Analyses with Taxonomic Comments on Species of Platynosomum from Nonhuman Primates. J. Parasitology, v.103, n.1, 2017. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27762668/. Acesso em: 17 set. 2025.
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