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Erliquiose canina: conheça a doença e saiba como diagnosticar e tratar

Erliquiose canina: conheça a doença e saiba como diagnosticar e tratar
Publicado em 18 de dezembro de 2025
Tempo de leitura: 16min
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A Ehrlichia canis, hemoparasita capaz de infectar monócitos, é o causador da erliquiose canina, uma das mais relevantes doenças infecciosas de cães com alta incidência na clínica médica. Veja um panorama completo da afecção.

A erliquiose canina é uma das hemoparasitoses mais prevalentes entre os cães, sendo uma doença infecciosa de caráter sistêmico causada por bactérias do gênero Ehrlichia spp. Com um amplo impacto na saúde animal, essa enfermidade é transmitida por vetores como o carrapato Rhipicephalus sanguineus, que também está associado à transmissão de outras patologias.

O reconhecimento precoce dos sinais clínicos e uma abordagem diagnóstica completa possibilitam a implementação do tratamento mais adequado para cada caso, impactando positivamente no prognóstico do paciente. Além disso, é essencial estabelecer medidas de manejo que ajudam não somente na prevenção da erliquiose, mas também de outras importantes hemoparasitoses.

Compreenda todos os aspectos essa importante afecção abaixo.

O que é erliquiose?

A erliquiose é uma das mais relevantes hemoparasitoses que acomete cães. É causada pela Ehrlichia canis, uma bactéria intracelular obrigatória, gram negativa, pleomórficas que infectam os monócitos de mamíferos, como os cães (NEER et al., 2002; PENNISI et al., 2017; RAMAKANT et al., 2020).

O principal vetor da erliquiose é o carrapato Rhipicephalus sanguineus, porém, a E. canis já foi identificada em outras espécies de carrapatos como o Dermatocentor variabilis. Há a possibilidade, também, de ser transmitida por transfusão sanguínea (SAINZ, et al., 2015; SYKES, 2014).

Um estudo realizado no Brasil relata a primeira evidência molecular de transmissão vertical de Erlichia canis em cadelas naturalmente infectadas, confirmando a ocorrência de transmissão transplacentária de erliquiose canina e destacando o potencial dessa via na manutenção e disseminação da enfermidade (PEREIRA et al., 2025).

Todas as raças de cães são suscetíveis à erliquiose, sendo algumas raças mais propensas a apresentar sinais clínicos mais severos, como os Huskies Siberianos e os Pastores Alemães, apresentando um pior prognóstico (FECAVA, 2019; AZIZ et al., 2022).

A erliquiose é uma zoonose que raramente acomete humanos. Vale ressaltar que não há transmissão direta de um cão infectado para uma pessoa. A transmissão só acontece através da picada de um carrapato infectado (SYKES, 2014).

Período de incubação da erliquiose em cães

Após a infecção, o período de incubação da erliquiose canina varia entre 8 e 20 dias, podendo, em alguns casos, estender-se em função da resposta imunológica individual do hospedeiro e da carga parasitária inoculada durante a picada do carrapato (MYLONAKIS & THEODOROU, 2017; AZIZ et al., 2022; SAINZ et al., 2015).

Em determinados animais, a infecção pode evoluir para uma fase subclínica, que persiste por meses ou até anos antes da manifestação de sinais clínicos evidentes (FECAVA, 2019).

Conhecendo o ciclo da doença

A transmissão da erliquiose canina ocorre predominantemente pela picada de carrapatos infectados, especialmente Rhipicephalus sanguineus, que atua como vetor biológico. Durante a alimentação, o agente é inoculado na corrente sanguínea do hospedeiro suscetível.

O papel do carrapato no ciclo da erliquiose e de outras doenças

O carrapato desempenha um papel crucial na disseminação da erliquiose em cães e de outras hemoparasitoses, como babesiose, anaplasmose e outras. Tanto as fases larvais quanto adultas do carrapato podem transmitir patógenos. Assim, o controle rigoroso do vetor é essencial para a prevenção dessas doenças.

O carrapato adquire a infecção quando se alimenta do sangue de cães infectados com Erlichia canis. Assim, ocorre a multiplicação do hemoparasita nos hemócitos e nas células da glândula salivar, caracterizando a transmissão transestadial, ou seja, da larva para a ninfa e, posteriormente, para o carrapato adulto (SYKES, 2014).

Portanto, todas as formas evolutivas do R. Sanguineus que estejam contaminadas por E. Canis e realizam repastos no hospedeiro canino são capazes de transmitir a erliquiose canina a cada alimentação (BEUGNET, 2018).

Entenda a seguir, de forma dinâmica, como ocorre o ciclo do carrapato.

Infográfico mostra como é o ciclo do carrapato nos cães

Fases da erliquiose canina

A erliquiose canina apresenta evolução clínica dividida classicamente em três fases: aguda, subclínica e crônica, que se diferenciam quanto à resposta imunológica do hospedeiro, ao grau de parasitemia e às alterações hematológicas observadas (NEER et al., 2002; SAINZ et al., 2015; MYLONAKIS & THEODOROU, 2017; ARAÚJO et al., 2022).

Fase aguda

A fase aguda da erliquiose em cães ocorre geralmente entre 1 e 3 semanas após o período de incubação, representando o estágio inicial da multiplicação e disseminação bacteriana. Durante esse período, a Erlichia canis replica-se nos monócitos e macrófagos, promovendo inflamação endotelial e vasculite sistêmica, o que resulta em extravasamento plasmático e trombocitopenia (SYKES, 2014; BEUGNET et al., 2018).

Clinicamente, os cães podem apresentar febre, letargia, linfadenomegalia, esplenomegalia, anorexia e perda de peso. Nesta fase, a soroconversão geralmente já é detectável, e o diagnóstico laboratorial é facilitado pela presença de mórulas intracitoplasmáticas em monócitos (BOTHREL et al., 2024; AZIZ et al., 2022).

Fase subclínica

Na sequência, a infecção pode evoluir para a fase subclínica, que pode perdurar por meses a anos, dependendo da eficiência da resposta imunológica do hospedeiro (VIEIRA et al., 2011; FECAVA, 2019).

Nessa etapa, a bactéria persiste na medula óssea, baço e monócitos circulantes, com baixa carga parasitária e ausência de manifestações clínicas evidentes. Muitos animais permanecem assintomáticos, mas podem atuar como portadores crônicos e fontes de infecção para o vetor (MYLONAKIS & THEODOROU, 2017; LOPES et al., 2019).

Exames hematológicos podem revelar trombocitopenia discreta ou alterações transitórias, o que dificulta o diagnóstico nesta fase (ARAÚJO et al., 2022).

Fase crônica

A fase crônica da erlichiose canina, por sua vez, caracteriza-se por disfunção medular e depressão severa da hematopoiese, resultando em anemia não regenerativa, leucopenia e trombocitopenia marcante (SYKES, 2014; BOTHREL et al., 2024).

Ocorrem também hipergamaglobulinemia policlonal e vasculite imunomediada, com possível deposição de imunocomplexos em órgãos-alvo, como rins e fígado (ARAÚJO et al., 2022).

Clinicamente, os animais podem apresentar epistaxe, petéquias, fraqueza, emagrecimento progressivo, uveíte e sinais neurológicos, refletindo o comprometimento sistêmico (VIEIRA et al., 2011; RAMAKANT et al., 2020).

Em casos graves e não tratados, a fase crônica pode ser irreversível e fatal, devido à insuficiência medular e às complicações hemorrágicas (MYLONAKIS & THEODOROU, 2017; SAINZ et al., 2015).

Sinais clínicos de erliquiose nos cães

O animal acometido por erliquiose canina pode apresentar os seguintes sinais clínicos (FECAVA, 2019):

  • perda de peso;
  • anorexia;
  • letargia;
  • febre;
  • distúrbios hemorrágicos: petéquias/equimoses na pele, mucosas membranas e conjuntivas;
  • hifema;
  • epistaxe;
  • linfonodomegalia;
  • esplenomegalia;
  • alterações oculares: conjuntivite, uveíte, edema da córnea;
  • sinais neurológicos (menos comuns): convulsões, ataxia, paresia, hiperestesia, déficits de nervos cranianos, meningite/meningoencefalite.

Como é feito o diagnóstico da erliquiose canina?

O diagnóstico da erliquiose canina representa um desafio clínico na rotina médico-veterinária, dada a ampla variedade de sinais clínicos inespecíficos e a possibilidade de infecções subclínicas.

Sendo assim, deve levar em consideração o conjunto de informações presentes no histórico clínico, achados laboratoriais, exames de imagem e testes específicos de detecção direta ou indireta do agente, sempre considerando o perfil epidemiológico da região e o risco de exposição (ARAÚJO et al., 2022).

Detalharemos todos os passos que contribuem para o diagnóstico da eriliquiose canina a seguir.

Histórico e anamnese

Durante a anamnese, é fundamental investigar o histórico epidemiológico do paciente, incluindo possíveis exposições a vetores, histórico de viagens e manifestações clínicas anteriores compatíveis com hemoparasitoses (FECAVA, 2019).

No entanto, deve-se reforçar que o relato do tutor de que “o animal nunca teve carrapatos” não exclui a possibilidade de infecção por Erlichia canis, uma vez que o ciclo do Rhipicephalus sanguineus é predominantemente ambiental, dificultando a visualização de vetores no animal (BEUGNET et al., 2018).

Vale ressaltar que cães com erliquiose podem apresentar esplenomegalia isolada, mesmo sem alterações hematológicas evidentes, sendo posteriormente confirmados como positivos em exames sorológicos ou moleculares (VIEIRA et al., 2011; LOPES et al., 2019).

Exames para diagnóstico de erliquiose em cães

Após estabelecer a suspeita clínica de erliquiose canina, o profissional deve solicitar exames complementares para fechar o diagnóstico e promover a melhor abordagem terapêutica.

Dessa forma, pode-se solicitar a sorologia (ELISA e/ou Reação de imunofluorescência indireta), que permite detectar anticorpos específicos contra Erlichia canis a partir da segunda semana pós-infecção. No entanto, a sorologia não diferencia infecção ativa de exposição pregressa, motivo pelo qual deve ser interpretada em conjunto com a clínica e exames hematológicos (SAINZ et al., 2015; FECAVA, 2019).

Outra opção é a reação em cadeia da polimerase (PCR), um método considerado mais sensível e específico para a detecção do DNA do agente, especialmente nas fases aguda e subclínica, pois é capaz de detectar a Erlichia canis de 4 a 10 dias após a infecção (SOARES et al., 2017; PEREIRA et al., 2025).

Principais alterações encontradas nos exames de análise clínica

As alterações hematológicas mais comumente visualizadas em um paciente acometido com erliquiose estão relacionadas à destruição celular direta e à resposta imunológica ao patógeno, podendo incluir (BOTHREL et al., 2024):

  • anemia normocítica normocrômica;
  • trombocitopenia;
  • leucopenia ou leucocitose reativa.

Podem ser observados ainda aumento das enzimas hepáticas (ALT, AST, FA) e hipoalbuminemia, decorrentes de inflamação hepática e extravasamento vascular (MYLONAKIS & THEODOROU, 2017; VIEIRA et al., 2011).

A importância do exame ultrassonográfico nos exames de rotina

O exame ultrassonográfico abdominal é um importante aliado na avaliação de quadros suspeitos de erliquiose canina, especialmente quando os exames hematológicos são inconclusivos. A esplenomegalia é um dos achados mais comuns e pode estar presente mesmo em animais sem alterações sanguíneas significativas, refletindo a hiperplasia reacional do sistema mononuclear fagocitário (BEUGNET et al., 2018; ARAÚJO et al., 2022).

Porém, o aumento do baço pode ser um achado normal, principalmente em filhotes.

Outros achados ultrassonográficos incluem hepatomegalia, linfadenomegalia abdominal e aumento da ecogenicidade hepática, podendo indicar envolvimento hepatoesplênico secundário à infecção (VIEIRA et al., 2011; LOPES et al., 2019).

Diagnóstico diferencial de erliquiose

O diagnóstico diferencial da erliquiose canina deve incluir outras enfermidades como:

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Outras doenças do carrapato podem atingir o pet simultaneamente

O R. Sanguineus pode transmitir outros hemoparasitas e, por ser amplamente difundido no Brasil, é relativamente comum encontrar cães infectados por erliquiose co-infectados com Anaplasma sp., Babesia sp., Bartonella sp., Hepatozoon sp. e Mycoplasma sp. (VIEIRA et al., 2011; MYLONAKIS & THEODOROU, 2017; FECAVA, 2019).

Um estudo realizado por Soares et al. (2017) investigou a frequência de infecção por Ehrlichia canis e Anaplasma platys em cães atendidos em centros de saúde animal em Campo Grande, estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. Entre os resultados obtidos das amostras coletadas, 59,66% foram positivos para E. canis, 15,46% positivos para A. platys, e 9,94% apresentaram coinfecção pelos dois agentes (Soares et al. 2017).

Infecções mistas podem agravar o quadro clínico, dificultando o tratamento e tornando o prognóstico menos favorável.

Como tratar a erliquiose canina?

O tratamento da erliquiose canina visa eliminar o agente etiológico Ehrlichia canis, controlar os sinais clínicos e prevenir a progressão para as fases subclínica e crônica.

A doxiciclina é o antibiótico de escolha principalmente na fase aguda, na dose de10 mg/kg, via oral, uma vez ao dia, durante 28 dias, podendo se estender por seis a oito semanas em casos persistentes ou quando a resposta clínica for incompleta (NEER & HARRUS, 2006; SYKES, 2014; ARAÚJO et al., 2022).

Além da antibioticoterapia, é essencial o manejo de suporte individualizado, que pode incluir transfusão sanguínea em casos de anemia grave, fluidoterapia, e uso criterioso de anti-inflamatórios e imunomoduladores, conforme o quadro clínico e os resultados laboratoriais (NEER et al., 2002; MYLONAKIS & THEODOROU, 2017).

A eliminação do vetor e a profilaxia antiparasitária contínua são igualmente fundamentais para evitar reinfecções e reduzir a disseminação do patógeno (SAINZ et al., 2015; BEUGNET et al., 2018).

É importante ter em mente que erliquiose em cães afeta o funcionamento geral do organismo dos animais e, por isso, o oferecimento de uma alimentação balanceada, de alta qualidade, que atenda às necessidades de cada indivíduo, ajuda a fornecer suporte para uma boa recuperação. Além disso, pacientes convalescentes podem requerer uma alimentação com alta densidade energética e alto nível proteico.

Por fim, o acompanhamento clínico e laboratorial é indispensável. A reavaliação periódica por meio de hemogramas seriados e testes moleculares (PCR) permite monitorar a resposta terapêutica e confirmar a eliminação do agente (SOARES et al., 2017; PEREIRA et al., 2025).

Prognóstico e possíveis consequências

O prognóstico da erliquiose canina é variável e depende diretamente da fase clínica em que o diagnóstico é realizado, da resposta imunológica do hospedeiro, da presença de coinfecções e da precocidade do tratamento instituído (SAINZ et al., 2015).

Em geral, animais diagnosticados e tratados durante a fase aguda apresentam excelente taxa de recuperação clínica (SYKES, 2014; ARAÚJO et al., 2022).

Por outro lado, casos em que o tratamento é iniciado tardiamente ou de forma inadequada podem evoluir para as fases subclínica ou crônica, observando-se depressão da hematopoiese, imunossupressão e possível desenvolvimento de anemia não regenerativa e pancitopenia severa, condições associadas a prognóstico reservado (BOTHREL et al., 2024).

A fase crônica pode cursar com vasculite imunomediada, hipergamaglobulinemia policlonal e deposição de imunocomplexos em órgãos-alvo, especialmente rins, fígado e articulações, levando a glomerulonefrite, hepatopatia crônica e poliartrite (SAINZ et al., 2015; ARAÚJO et al., 2022).

O acometimento do sistema nervoso central também pode ocorrer, resultando em sinais neurológicos como ataxia, convulsões e paresia, consequência da inflamação meningoencefálica ou de eventos vasculíticos (AZIZ et al., 2022).

Como prevenir a erliquiose canina?

A prevenção continua sendo o método mais eficaz para o controle da erliquiose canina. Por isso, é essencial realizar profilaxia antiparasitária contínua, manejo ambiental adequado e acompanhamento veterinário regular (FECAVA, 2019).

Ao prescrever um antiparasitário especialmente formulado para o controle de infestações por carrapatos, o médico-veterinário deve levar em consideração diferentes fatores como estilo de vida, fase de vida, capacidade financeira do tutor e necessidades de parasiticida para o animal de estimação. O manejo pode também incluir medidas de controle ambiental.

Estudos recentes sobre vacinas experimentais para erliquiose canina têm mostrado avanços promissores, embora ainda não haja imunizantes comercialmente disponíveis (ALVES-RIBEIRO et al., 2024).

Sendo assim, check-ups anuais, adequação do manejo parasiticida e educação dos tutores são cruciais para minimizar os riscos de exposição à ixodidiose, reduzindo, consequentemente, a possibilidade de o paciente ser acometido por erliquiose e outras doenças transmitidas pela picada de carrapatos contaminados.

Perguntas frequentes sobre a erliquiose canina

Gatos também podem ter erliquiose?

Sim. Gatos também podem ter erliquiose, embora seja menos comum que em cães.

Existe vacina contra a erliquiose?

Não. Até o momento, não há vacina disponível para prevenção da erliquiose canina.

Qual carrapato transmite a erliquiose canina?

O principal vetor da erliquiose canina é o Rhipicephalus sanguineus, também conhecido como carrapato-marrom-do-cão.

Erlichia spp. ou Erlichia canis? Qual exame solicitar?

A espécie mais associada à erliquiose canina é Ehrlichia canis. A PCR é o teste diagnóstico capaz de diferenciar as espécies de Erlichia spp.

Cães tratados para Erlichia podem continuar positivos nos testes?

Sim. Testes sorológicos podem permanecer positivos por meses após o tratamento, refletindo memória imunológica e não infecção ativa.

A erliquiose é uma zoonose?

Casos humanos são raros, mas há potencial zoonótico.

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Referências:

ALVES-RIBEIRO, B.S. et al. Ehrlichia canis Vaccine Development: Challenges and Advances. Vet. Sci., v.11, n.12, 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39728964/. Acesso em: 12 nov. 2025.

ARAÚJO, R.R. et al. Avaliação diagnóstica das hemoparasitoses em cães: Revisão. Pubvet, v.16, n.10, 2022. Disponível em: https://www.pubvet.com.br/uploads/38da73077b7e0a9a9676ff85f52ec7ca.pdf. Acesso em: 12 nov. 2025.

AZIZ, M.U. et al. Ehrlichiosis in Dogs: A Comprehensive Review about the Pathogen and Its Vectors with Emphasis on South and East Asian Countries. Vet. Sci., v.10, n.21, 2022. Disponivel em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36669021/. Acesso em: 12 nov. 2025.

BEUGNET, F., HALOS, L., GUILLOT, J. Textbook of clinical parasitology in dogs and cats, 2018.

BOTHREL, J.P.M. et al. Hematological findings of canine ehrlichiosis: A case study. Research, Society and Development, v.13, n.6, 2024. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/46021. Acesso em: 12 nov. 2025.

FEDERATION OF EUROPEAN COMPANION ANIMAL VETERINARY ASSOCIATIONS – FECAVA. Ehrlichiosis in dogs. 2019. Disponivel em: https://www.fecava.org/wp-content/uploads/2019/03/CVBD_Ehrlichiosis_190225.pdf. Acesso em: 12 nov. 2025.

LOPES, M.G. et al. Occurrence of Ehrlichia canis and Hepatozoon canis and probable exposure to Rickettsia amblyommatis in dogs and cats in Natal, RN. Rev. Bras. Parasitol. Vet., v.28, n.1, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbpv/a/B68MchcQpt7NRSjgSFsT8cv/. Acesso em: 12 nov. 2025.

MYLONAKIS, M.; THEODOROU, K. Canine Monocytic Ehrlichiosis: An Update on Diagnosis and Treatment. Acta Veterinaria, v.67, 2017. Disponível em: https://sciendo.com/article/10.1515/acve-2017-0025. Acesso em: 12 nov. 2025.

NEER, T.M. et al. Consensus statement on ehrlichial disease of small animals from the infectious disease study group of the ACVIM. American College of Veterinary Internal Medicine. Journal of Veterinary Internal Medicine, v.16, n.3, 2002. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.1939-1676.2002.tb02374.x?sid=nlm%3Apubmed. Acesso em: 12 nov. 2025.

PENNISI, M.G. et al. Guideline for Anaplasma, Ehrlichia, Rickettsia infections. Journal of Feline Medicine and Surgery, n.19, 2017. Disponivel em: https://www.abcdcatsvets.org/guideline-for-anaplasma-ehrlichia-rickettsia-infections/. Acesso em: 12 nov. 2025.

PEREIRA, M.R. et al. First molecular evidence of vertical transmission of Ehrlichia canis in naturally infected female dogs in Brazil. Vet. Microbiol, 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40812027/. Acesso em: 12 nov. 2025.

RAMAKANT, K.R.; VERNA, H.C.; DIWAKAR, R.P. Canine ehrlichiosis: A review. Jornal of Entomology and Zoology Studies, n.8, v.2, 2020. Disponivel em: https://www.researchgate.net/publication/341026315_Canine_ehrlichiosis_A_review_Ramakant_Rajesh_Kumar_HC_Verma_and_RP_Diwakar. Acesso em: 12 nov. 2025.

SAINZ, A. et al. Guideline for veterinary practitioners on canine ehrlichiosis and anaplasmosis in Europe. Parasites & Vectors, v.8, n.75, 2015. Disponível em: https://parasitesandvectors.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13071-015-0649-0 . Acesso em: 12 nov. 2025.

SOARES, R. et al. Molecular survey of Anaplasma platys and Ehrlichia canis in dogs from Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brazil. An. Acad. Bras. Ciênci., v.89, n.1, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/aabc/a/LKZsNx65LLW4rNBdLNLc9kB/?lang=en. Acesso em: 12 nov. 2025.

SYKES, J. E. Ehrlichiosis. In: SYKES, J.E. Canine and Feline Infectious Diseases. Elsevier Saunders, cap 28, p. 278-289, 2014.

VIEIRA, R.F.C. et al. Ehrlichiosis in Brazil. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, v.20, n.1, 2011. Disponivel em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21439224/ . Acesso em: 15 dez. 2024.

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